Eta preu! Ainda bem que existe Matheus Angolano… ou não! Poderia estar aqui:
Sem mais vamos ao e-mail do cidadão ipiguaense…
Olá senhor Zanchettão, tenho mais algumas perguntas e agradeceria se o senhor as respondesse. Que tenho certeza que ficam na cabeça de todos que jogam batracer
Porque tem dois carset's de champcar?
Porque o Jules achou o primeiro ruim, então tentou fazer outro que fosse pior.
Qual deles é mais interessante?
Por incrível que pareça, o 2.0. Mas te garanto que não era essa a intenção.
O que um site precisa fazer pra ficar na home do batracer?
Pagar, ora. Paga pro Jules e tá tudo certo.
O que é o my raitings?
Por alí é plausivel medir o quanto você abomina Dominik Mayer.
Porque alguns carset's tem car comparision e outros não?
Os que não tem: ou porque é monomarca, ou porque tem muita combinação, ou porque o Jules teve preguiça.
Ter a possibilidade de ver o ranking separado por carset traz algo de interesse a ser analisado?
Claro, em quais carsets você vai mal, ruim, ou péssimo.
Qual dos quatro chassis da fórmula 3 é o melhor?
Pra mim é tudo a mesma m&rd@! F3 é um joguinho quase tão desprezivel quanto Bat7.
Existe alguma coisa legal no batracer Forum?
Sim, o Gabriel Nogueira falando muita besteira.
Por que não temos publics de 'GP 2007' e 'GP 2008'?
Porque eram bons carsets e o Jules não gosta quando as coisas funcionam bem.
Que tipo de mid é melhor pegar: Instructor com carro bom ou pro com carros medianos?
Até 50, pegue Instructor, depois, vai pro pró.
Porque o botico do taralho é tão desorganizado?
Porque é do “taralho”.
O que é WCoN?
É a copa do mundo das nações.
É divertido?
Ô! (tão divertido que eu nunca joguei)
Afinal, por que esse nome Ashamed na Campanha Ashamed?
Procura no Google Translator o significado.
Por que, no Country ranks, todos os países oscilam bastante na classificação, menos Croácia e Austrália??
Olha, o menino quer descobrir o segredo de Jules… só por que ele gosta de pegar… uhm… amizade fácil?
Qual equipe é boa em cada carset de F1?
Pesquise a F1 real de cada ano que tenha carset que você descobrirá a resposta, ou então note quais carros que nunca estão disponíveis.
O que é importante anotar no edit notes?
CPF, RG, data de nascimento e endereço do seu mate.
O que você acha da repercussão das suas respostas às minhas perguntas?
Eu não achei. Tô procurando até agora.
Afinal, por que sou o único a te fazer perguntas?
Vamos fazer um exame de sanidade mental em você. Se correr tudo bem, direi que você é realmente um cara corajoso…
Não, não é mais um pedido para você clicar no nosso patrocinador que fica aqui do lado… hehehe!
É que rolaram várias perguntas sobre um mesmo tema no Clan Chat e, como ainda não surgiram as respostas, venho aqui para ver se alguma alma de fora do clã nos ajude a solucionar esse problemão.
Lira começou a história:
E vc identifica a diferença da pintura da pele de um tigre e de uma tigresa num chapéu???
Marco Aurelio pôs a semente da dúvida:
A pele do tigre é pintada?
Renan esclareceu:
Com Suvinil e tudo!
E, depois, vieram as indagações e é aí que você, leitor, entra. Por favor…!
Chegou ao fim, então, mais uma temporada do Troféu Gesser, que foi criada para homenagear Lucas Gesser, benemérito do clã BWL.
Para os apressadinhos, que não aguentam suspense, é só clicar na miniatura abaixo para visualizar os 8 que salvaram (meninas gatinhas) nessa Liga.
clique para ampliar
Para você que quer um pouco mais de emoção, só seguir lendo.
Respondendo às perguntas (algumas delas publicadas no Clan Chat)…
OITAVO SALVADOR!
Será que Orly deu uma reviravolta a ponto de superar, finalmente, o Bruno China?
Não. Outra vez, Lucas Oliveira fica mais para trás, agindo apenas com bom setupador (setupeiro, setupenista). Ele chegou a vigorar nas posições próximas ao 3º lugar, porém, nesse trecho final da temporada, simplesmente não teve um bom desempenho.
SÉTIMO SALVADOR!
Será que Leds aprontou o gameshark no final?
Na última Liga do clã com F1 1986, Leds foi meio-campeão com Benetton. Novamente nesta equipe, o multi-campeão nunca vigorou próximo à liderança do campeonato. Com uma subida leve nesse final de campeonato, isto não foi suficiente para ele sequer assustar alguém. Onde foi parar as manhas do então campeão?
SEXTO SALVADOR!
Alguma equipe menor incomodou à frente?
Araujo (Ligier) ficou um baita tempo sem pontuar, mas, depois que começou, foi (quase) um atrás do outro. Agora no final, ele não conseguiu mais tirar tantos pontos dos líderes, só que conseguiu se consolidar no seleto grupo dos 8 que salvam.
QUINTO SALVADOR!
Wernay (de Williams 86) zicou o companheiro Tassi e postulou ao título?
Com o melhor carro do carset em mãos, o Zica-Mann sempre esteve ali para atrapalhar o bolo que ameaçava o Tassi nos 2/3 inicias da temporada. Contudo, com uma apatia estranha até a penúltima etapa, Wernay não conseguiu chegar próximo do líder. Mas, poderia incomodar na última e decisiva corrida… ele quase ganhou… mas, não foi o causador direto da conquista do campeão (até onde se sabe… rs).
Merecida pausa na sua leitura… e na minha escrita.
QUARTO SALVADOR!
Raitz voltou à forma inicial para brigar pelo título?
O começo de campeonato do outro piloto da Benetton foi ótimo, a ponto de ameaçar Tassi e sua Williams. Mas, o rendimento caiu drasticamente e a briga ficou pelo vice-lugar, praticamente. Só que muita coisa poderia acontecer ainda… e não aconteceu. Os poucos pontos conseguidos na última etapa o fizeram terminar na singela 4ª posição.
TERCEIRO SALVADOR!
A Lotus de João Felipe desbancou a concorrência?
O cara de Cascavel, Leds como todos nós (do clã), fez um belíssimo campeonato. Realmente, muito superior ao que ele normalmente consegue. Mesmo assim, nunca saiu da 2ª ou 3ª posições da tabela e foi candidato ao título com vigor somente na antepenúltima etapa e só nessa, mesmo. Sem conseguir seguir no mesmo ritmo, ele fica com a mesma pontuação do vice-campeão, porém, com 1 pódio a menos que este.
SEGUNDO SALVADOR! VICE-CAMPEÃO!
Ou será que Tassi já é campeão?
Foi ameaçado por Raitz no primeiro terço da Liga, mas, nunca saiu da liderança. Abriu uma vantagem absurda para o 2º colocado no segundo terço e ficou confortável. E só, prezado leitor. Parou ali! Com uma linha praticamente reta nas cinco últimas corridas, Tassi foi o pipoqueiro do Troféu Gesser… com uma WILLIAMS 86… que é o melhor carro… não acredito!
PRIMEIRO SALVADOR! O GRANDE CAMPEÃO!
O carset F1 1986 não perdoa: ganha quem tem Williams, o resto briga pelo resto. Só que já podemos considerar que temos uma praga no clã. Ele é o DONO DO GAMESHARK DO BATRACER.
Para a seguinte pergunta….
China, que poderia ir de Williams, perdeu essa por insolência ao escolher McLaren?
… temos a seguinte resposta…
clique para ampliar (se você for o Vovô Ceresa… rs)
Como podemos observar no gráfico… ah, esquece, mano… vou terminar isso.
PARABÉNS, BRUNO SENS CHANG!
CAMPEÃO DO TROFÉU GESSER VII!
Bruno China, agora, é tricampeão do Troféu Gesser… seu quinto título em Ligas do Clã BWL!
Domingão tem as Estatísticas e a Tabela Final Completa, e você saberá como Bruno conseguiu subir tanto na 2ª metade do campeonato e outros bons destaques (jogadores) da Liga. Até.
Cansado de assistir corridas entediantes ou que dependem da chuva para ganhar um clima de competitividade?
Seus problemas acabaram!
V8SC 2010, Race 2 em Gold Coast. As últimas voltas são absolutamente espetaculares. Vale a pena conferir e, quem sabe, sugerir alguns pegas desses na Stock Car
Falamos Ao Vivo direto da minha casa para acompanharmos em todas as suas emoções, os Melhores Momentos da antepenúltima etapa da F1 2010.
É logo após as quase três horas e meia de transmissão que eu faço isso, então, perdoem-me a escrita cansada… e faço agora porque quero dormir o resto do domingo… hehehe.
Depois de um desfile de carros de F1 por 15 voltas a quase 3 minutos por volta, fora o intervalo pro xixi dos pilotos, não tem como existir muitos melhores momentos.
Fonte: AP
Número 1: Hamilton quer correr.
Se teve alguém que soube trazer a torcida para o lado dele, esse cara é o campeão de 2008. Todo o mundo (literalmente) com a cara amassada na frente da TV esperando aquele troço iniciar, o spray já era baixo, Hamilton (naquela situação ingrata de dirigir) teve a benevolência de lembrar da gente. Valeu, cara!
Ah, claro… ficou óbvio que foi somente uma atitude benevolente (e nada mais) porque ele só se deu mal nas relargadas.
Número 2: Di Grassi fazendo a melhor volta da corrida.
Até a Oma consegue isso fazendo pit-stops solitariamente durante o Safety Car. Mas, o que tem mais a se mostrar num desfile de carros?
Número 3: Rali-F1.
Que lameira naquela lataria! Lava-jato vai entrar em ação. Com certeza, a pesagem no final da corrida não será problema pra ninguém.
Fonte: Reuters
Número 4: A sorte que a Ferrari tem.
Não é de hoje que a Fezza ganha sorte ao final da temporada. Ganha azar também, vide Schumi-Suzuka-2006. E é lembrando disso que vemos outra vez Alonso ficando com a faca e o queijo na mão para mais um título após o motor adversário quebrar. Sabotadorzinho desgramento, hein? Ou um zicador bem melhor que o Wernay.
Para quem torcia pelo Webber, viu que ele pipocou feio e já não merece mais levar o título tanto assim. Para quem ainda mantinha esperanças com Vettel, viu que, além da sua afobaceira, o carro também não aguenta a sua dirigibilidade e o faz perder pontos; perdi as contas de quantas vezes o carro dele pifou em final de corrida esse ano.
E não terminamos sem a…
FILOSOFIA GALVÃO BUENO
“A Ferrari é muito fraca para trabalhar no box”.
Isso aí para quem já rasgou elogios aos mecânicos dessa equipe; aliás, isso é prova de que era o Schumi quem tratava a chicotadas aquela gente.
Até Interlagos, com promessa de corridão, como sempre! É quase certo que eu farei uns 20 Melhores Momentos! Fica a torcida.
Era o 16º Grande Premio de Portugal. E também foi o último. Foi em Estoril que Ayrton Senna obteve sua primeira vitória debaixo de muita chuva (1985) e foi lá também que Alain Prost quebrou o recorde de vitórias de Jackie Stewart, vencendo pela 28ª vez (1987). Foi neste ano que presenciamos o primeiro de muitos duelos entre Jacques Villeneuve e Michael Schumacer: Nas velozes curvas do Estoril, o canadense (em sua primeira temporada) supera o alemão por fora, usando como ajuda o vácuo de um retardatário como ajuda na ultrapassagem.
#9 - Barrichello Vs Schumacher - Hungaroring 2010
Não precisamos dizer nada sobre a posição de número 10 no nosso Top 40. Rubens Gonçalves Barrichello sempre foi um vencedor em sua carreira. Após grandes temporadas nas equipes Jordan e Stewart, foi contratado em 2000 para correr pela Ferrari. Lá foi duas vezes vice-campeão mundial e venceu nove Grandes Prêmios. Embora quase sempre tenha demonstrado ser um piloto competente, pesou contra ele o fato de a torcida brasileira procurar um sucessor para Ayrton Senna, feito que Rubens não conseguiu atingir, pois, não chegou a fazer frente a pilotos como Michael Schumacher e Mika Häkkinen. Grande parte da expectativa criada pela possibilidade de ele ser campeão foi alimentada pela imprensa brasileira e pelo próprio piloto que sempre fala de "suas chances" de vitória. Em sua passagem de seis temporadas pela Ferrari, sempre viveu à sombra de Schumacher, o qual efetuou o maior domínio de um piloto na Fórmula 1. Rubens Barrichello conseguiu sagrar-se vice em dois Campeonatos Mundiais de F1, em 2002 e 2004. Em 2004, apesar de não ter obtido o título, fez pontos suficientes para ser campeão com folga em quase todas as edições anteriores da competição (tornou-se então o segundo maior pontuador em um único campeonato da história da Fórmula 1).
Entretanto, em 10 de maio de 2002, naquele fatídico GP da Áustria, as coisas desandaram: "Foi a oito voltas para o final da corrida que começou aquela conversa. Falaram: “Você sabe o que Michael está atrás. Para o campeonato é importante”. Foi aumentando a conversa até chegar a um ponto, que eu entrei na última volta muito indeciso. As pessoas me perguntam: “Por que na última curva?” Porque eu entrei na penúltima curva decidido a não deixar ele passar. Mas tinha um preferido lá dentro, não tinha jeito. Eles falaram que eu deveria repensar no meu contrato. Aquilo para mim foi uma ordem: “Melhor você tirar o pé ou você vai acabar sendo mandando embora”."
Depois que o brasileiro saiu da equipe Ferrari, a troca de acusações entre ele e Schumacher se intensificaram, ao ponto do alemão declarar que "Nenhum contrato podia fazer Barrichello mais lento" e que "Nico Rosberg deveria fugir da Mercedes o mais depressa possível".
Enfim, desde sua saída da Ferrari até o dia 1º de agosto de 2010. Mesmo disputando pela décima posição, os dois pilotos protagonizaram o que parece ser o único momento de duelo entre ambos na pista em todos estes anos de Fórmula 1: Barrichello conseguiu a ultrapassagem a 3 voltas do fim, numa disputa não tão limpa por parte de Schumacher, que na sua defesa de posição jogou o carro para cima de Barrichello, quase o espremendo contra o muro da reta de chegada.
Jogo sujo? Choro de perdedor? Por cima da carne seca? O fato é que esta manobra representa toda uma disputa que estava "escondida" desde 2002. Nono lugar.
Pela primeira vez desde que o Grande Prêmio do Japão voltou ao calendário da Fórmula 1, em 1987, a corrida nipônica não foi realizada no magnífico circuito de Suzuka. Em 2007, a sede da prova foi a pista de Fuji, situada na base do famoso monte de mesmo nome. O traçado, moderno e recém-reformado, é completamente diferente da configuração antiga, que recebeu a Fórmula 1 em 1976 e 1977. Administrado pela Toyota, o Fuji Speedway é formado por doze curvas, a maioria absoluta de baixa velocidade. Para compensar, o circuito tem a mais longa reta do calendário da Fórmula 1, com um total de 1.500 metros. O grampo ao final dela é praticamente o único ponto de ultrapassagem. A parte mais sem graça da pista é o trecho final, extremamente lento e travado. Em outros tempos, a última curva de Fuji era longa, ondulada e espetacular. Depois das reformas recentes, porém, ela foi substituída por uma seqüência direita-esquerda-direita que não proporciona maiores desafios aos pilotos.
Essa era a descrição do circuito até o dia da corrida. Mas Felipe Massa e Robert Kubica provaram o contrário.
Um imenso pé dagua caía sobre Fuji naquele 30 de setembro de 2007. Deu a hora da largada e a chuva persistia, firme e forte. Correr ali era impraticável. Mesmo assim, foi dada a largada e, durante 18 voltas, os carros andaram em fila atrás do safety car. Tinha tudo pra ser a pior corrida de 2007. Mais: tinha tudo pra ser uma das piores corridas da história da categoria, tanto que depois da prova, alguns pilotos declararam que a largada nunca deveria ter sido dada.
Depois que o safety car recolheu para os boxes, a roleta girou descontroladamente e ninguém a segurava: quem diria que Kubica encararia Hamilton sem medo de ser criticado? Afinal de contas, o polonês ainda era considerado um novato na categoria. Quem diria que a Spyker marcaria seu único ponto naquela corrida? Quem diria que Alonso, defendendo seu bicampeonato, perderia o controle de sua McLaren de forma tão inocente? Agora, o pior de tudo foi ver Mark Webber encher a traseira de Sebastian Vettel, na época na Toro Rosso.
Mas, nessa corrida maluca, foi protagonizado um dos maiores duelos da história da Fórmula 1: Massa e Kubica trocaram de posição por várias vezes em manobras arrojadas desses dois novos talentos da nova geração. Oitava posição.
#7 - Senna Vs Schumacher Vs Wendlinger Vs Hill Vs Prost - Donington Park 1993
Descrição clássica desta largada: O dia 11 de abril de 1993 vai ficar marcado na história da Fórmula 1. Nessa data, Ayrton Senna da Silva protagonizou o melhor grande prêmio de sua vida. Correndo na chuva, o piloto brasileiro deu um show diante da torcida britânica, no circuito de Donington Park. Senna largou em quarto, atrás de Prost, Hill e Schumacher. Logo na largada, foi ultrapassado por Wendlinger, que ocupava a quinta posição, mas conseguiu se recuperar de maneira inacreditável. Ultrapassou um por um dos adversários que estavam à sua frente e, antes de completar a primeira volta, já estava na liderança. Entre os quatro pilotos que estavam à sua frente, três possuíam um equipamento melhor: Hill e Prost pilotavam as Williams, enquanto Schumacher guiava uma Benetton, mas Senna fez valer seu talento e, mesmo com um carro inferior, deixou para trás seus adversários.
Esta corrida é descrita no AtlasF1 como "Drive of the Decade". Sétimo lugar.
#6 - Senna Vs Prost - Suzuka 1988
Depois de alguns anos de amadurecimento na Lotus, Ayrton Senna estreava no GP do Brasil pela McLaren na temporada de 1988. A entrada de Ayrton Senna na McLaren naquele ano foi vista com bons olhos pelo francês, que já estava havia quatro anos na equipe e ja era bicampeão. O começo dos dois foi, de fato, tranquilo e disputado. Mas era visível que a situação não seguiria assim por muito tempo. Em Portugal, Senna deu uma fechada quase criminosa em Prost na reta dos boxes. O francês declarou que não gostou e que teria de conversar com o jovem brasileiro, mas tudo bem, essas coisas acontecem e em Jerez já estava tudo resolvido. Mas, o que todos sabemos é que no ano seguinte Senna foi novamente desleal com Prost e o caldo desandou de vez...
Mas voltamos a 1988. Olha que regulamento estranho: das 16 etapas disputadas, apenas 11 melhores resultados contam para o campeonato. Naquela altura, Senna tinha 79 pontos, contra 90 de Prost. Mas, como o piloto tinha que descartar 5 dos seus piores resultados, Senna descartaria 3 abandonos, um sexto lugar e um quarto lugar, enquanto Prost descartaria dois abandonos e três segundos lugares! A vantagem do francês caía para míseros 3 pontos (78 a 75) e bastava para Senna vencer a corrida pois, mesmo que Prost chegasse em segundo e vencesse a próxima prova, chegaria a 87 pontos e por mais que Senna abandonasse na última corrida, ele a descartaria e recuperaria os 3 pontos do quarto lugar descartado, empatando com Prost em pontos e ficando em primeiro por ter o maior número de vitórias. Matemática lazarenta...
O sábado já havia começado de maneira emocionante. Senna e Prost, a dupla da McLaren, dominaram a primeira fila de partida, com o brasileiro levando a melhor e conquistando assim mais uma Pole Position de sua incrível coleção em todos seus anos de carreira (Ayrton fez 13 Poles em 16 corridas naquele ano). Estava demarcado o território que daria a Senna seu primeiro título na F1. Na largada Prost pulou na frente e Senna se desesperava com o fato do seu McLaren ter ficado parado com um problema no motor no grid. Ayrton, inteligente, ele manteve o pé na embreagem para deixar deslizar o carro (afinal aquela zona da pista é em descida) e fez o motor funcionar novamente e partiu, desde 14º, para uma das mais impressionantes corridas de sua vida.
Completou a primeira volta em 8º; a segunda em 6º; a terceira em 5ºe chega a 4ª em 4º. Na 11ª volta ultrapassa Berger para se colocar em terceiro. Mas a corrida continuava espetacular, e na volta 14, o Larrousse de Suzuki escapa na chicane e volta a frente de Prost, que é ultrapassado por Capelli. Ivan era o primeiro piloto a liderar com um carro não turbo depois de 4 anos, marcando um feito histórico. Mas Prost logo retoma a liderança, aproveitando-se do poderoso motor do seu McLaren.
Senna, contanto com a sorte de todo campeão, pula para 2º no final da 19ª com os problemas elétricos no carro de Capelli, o que o fez abandonar logo depois. Finalmente, ao completar a 20ª volta, Prost vê pelo retrovisor aquele piloto que acelevara e usava cada músculo e reflexo possível para acelerar como ninguém rumo ao título. Assim, iria começar a batalha.
E na volta 27, o desfecho do título: Prost encontra dois retardatários a sua frente: o March de Maurício Gugelmin e o Rial de Andrea de Cesaris. O francês fica preso atrás dos dois na saída da chicane, e Senna aproveita o momento único para ultrapassá-lo. Sexta posição no TOP40
Amigos do BWL, eis o resultado parcial do Bolão BWL F1 2010. Faltando 3 corridas para o final, o campeão ainda segue indefinido... tanto na Fórmula 1 quanto no Bolão!
James Hunt, campeão da F1 em 1976, teve uma parte de sua vida publicada em livro e a imprensa tem dito que isso vai ser o comentário geral da galera ligada na categoria… quem sabe esquecem dos defeitos da pista coreana.
O cara pareceu bastante polêmico em sua passagem pela F1, não por atitudes na pista e, sim, fora dela. Outros tempos…!
A notícia (da publicação do livro) está espalhada pela internet, mas, adianto duas referências:
Para resumir o que confere tanta polêmica no tema, parece que ele fez coisas que a vovó duvida com mais de 30 aeromoças d’uma vez só (o que já o torna ídolo de muita gente), uma festa displicente de 15 dias seguidos, um “pit stop” (se é que você me entende) na arquibancada aplaudido pela torcida e ganhou US$ 1 milhão para se separar da mulher.
Passadas mais 5 etapas do Troféu Gesser VII, totalizando 11 até aqui, como era se esperar nesse carset F1 1986, pouca coisa mudou em relação à Parte 1. Só o Hugo deixou a relação dos 8 que salvam.
Veja abaixo!
clique para ampliar
Araujo foi quem entrou para salvar a gorda-banhuda-canhão-feliz. Sua Ligier resolveu aceitar o chicote, pois, tadinha, sofreu bastante nas 6 primeiras etapas, pedindo água 5 vezes (entenda por abandonos), sendo 4 vezes seguidas. Nessas 5 corridas aí, engrenou 3 pódios consecutivos e figura na relação.
Lucas Oliveira parou seu McLaren no tempo, pensando que ele é o DeLorean. Mesmo assim, a reta tá bonita no gráfico… a professora de Física iria gostar dessa constante.
Leds está indeciso! Não sabe se pontua, se não pontua, ou se compra uma bicicleta para passear com a Cami.
O zicador Wernay fez uma bela ascendente, heim? Quase que eu faço uma reta de tendência e calculo a equação da reta, com “x” positivo. E ele se junta, com isso, ao bolo dos 4… de chocolate, com recheio de suspiro e cobertura de brigadeiro… sem velinha.
Raitz caiu de produção. Mesmo sem pontuar, se manteve em 2º lugar até essa última etapa da Hungria. Parece que acordou pra vida e resolveu mostrar que existe.
Bruno China pôs o game-shark pra funcionar! Se cuida, Tassi! O que é teu tá guardado… e não deve ser coisa boa.
João Felipe, folgado na 3ª posição, também esqueceu que pontos só a partir da 6ª posição. Daí, veio aquela agulhada na traseira e ele volta a subir ao pódio.
Tassi vai levando sua Williams bem de leve, tranquilo e na paz. Já tá deixando os demais na saudade. Vamos ver até quando… o China tá vindo aí!
Salva, João Felipe! Salva!
E a disputa só tem mais 5 corridas! Dentre de 10 dias, o resultado final!!!
Sem contar que você conhecerá aquele que salvará a mais gatinha de todas.
#15. Riccardo Patrese VS René Arnoux VS Alain Prost VS Didier Pironi - Monte Carlo 1982
Com certeza um dos finais de corrida mais emocionantes da Fórmula 1. Quem se lembra da posição de número 16 viu a última corrida de Gilles Villeneuve? Após esta corrida, a F1 foi para Bélgica, onde o canadense veio a falecer. A corrida seguinte foi em Monaco, que comemorava em 1982 a 40ª edição do mais famoso Grande Prêmio de Fórmula 1. Era a sexta prova de um campeonato ainda sem favoritos claros e com a categoria abalada pela perda de um de seus maiores astros. Assim como foi a edição de 1994, logo após o falecimento de Ayrton Senna.
Nos treinos, como de hábito em 1982, domínio da Renault, que marcou sua quinta pole position em seis corridas, dessa vez com René Arnoux. Seu companheiro Alain Prost saía em quarto, atrás da Brabham de Riccardo Patrese, segundo, e da Alfa Romeo de Bruno Giacomelli, terceiro. Na largada, Arnoux pulou na ponta e abriu vantagem rapidamente. Patrese largou mal, caindo para terceiro e perdendo mais uma posição para Prost logo na abertura da segunda volta. Confirmando o favoritismo da Renault, o francês ultrapassou também Giacomelli na Saint Devote na quarta volta, confirmando a dobradinha dos franceses na liderança.
A corrida seguia monótona na frente, até Arnoux errar e rodar nos esses da Piscina, na 15ª passagem. Prost herdou a primeira posição e caminhava tranqüilo para sua terceira vitória na temporada. Até que, a três voltas do fim, começou a chover. E iniciou-se um Deus nos Acuda até hoje sem par na história da Fórmula 1.
Não era um temporal, apenas uma chuva fina, mas suficiente para transformar o asfalto monegasco em um verdadeiro sabão. E então Prost, com sua tradicional hidrofobia, perde a traseira na saída da Chicane do Porto, vai parar nos guard rails e dá adeus a uma fácil vitória a duas voltas e meia do fim. Riccardo Patrese assume a ponta, mas roda na Loews na penúltima volta. As câmeras de televisão passaram a focar a Ferrari de Didier Pironi, novo líder, mesmo com o bico do carro avariado. O francês abre a última volta e encaminha-se para a vitória, até que começa a arrastar-se sem combustível na entrada do túnel. Pironi pára desolado e ninguém mais entende o que está acontecendo. Quem é o novo líder? Alguém vai vencer esta corrida?
Confiram no vídeo o desfecho. Adiantando o resultado da corrida maluca: Patrese em primeiro, mesmo rodando na penúltima volta. Pironi em segundo, mesmo com o bico avariado e sem gasolina. De Cesaris terceiro, também sem gasolina. Uma volta atrás, cruzam a linha as Lotus de Elio de Angelis e Nigel Mansell, quarto e quinto. Em sexto, Derek Daly, que parara na Rascasse com o carro todo quebrado. Prost, mesmo batendo a duas voltas e meia do fim, foi sétimo.
#14. Mansell Vs Senna - Hungaroring 1989
Quarta edição do GP da Hungria. Assim como em 1988, o campeonato estava entre Senna e Prost. Era a décima corrida da temporada e a dupla havia vencido nove (somente em Montreal que a vitória ficou com outro piloto, Thierry Boutsen). Entretanto, apesar deste suposto equilíbrio, o francês tinha uma larga vantagem na classificação: 53 a 36.
Mas vamos falar sobre o quarto vencedor da temporada. Na classificação, duas surpresas: Riccardo Patrese colocava sua Williams, a primeira da Renault desde o seu regresso, e também era o primeiro do piloto italiano em quase oito temporadas, já que o último tinha sido no GP de Itália... de 1983, ao volante de um Brabham-BMW. Ayrton Senna estava a seu lado na primeira fila. A outra surpresa ficou por conta de Alessandro Caffi (Who?), no seu Dallara-Judd (graças a um bom desempenho dos pneus Pirelli na pista húngara), com Thierry Boutsen, no segundo Williams, na quarta posição. Alain Prost, no seu segundo McLaren, e o Ferrari de Gerhard Berger estavam na terceira fila. Mais atrás, Nigel Mansell era apenas 12º no seu Ferrari.
Como já é conhecido por todos, em Hungaroring as ultrapassagens são eventos esporádicos. Tanto que o italiano da Williams manteve a liderança durante 52 voltas sem problemas, com Senna atrás dele, sempre a menos de um segundo de diferença. Enquanto isso, Mansell passava um por um: na volta 20, já estava nos pontos. Mais vinte voltas e era quarto classificado, apenas atrás de Prost, Senna e Patrese. Mas tal como os outros que estavam à sua frente, estava bloqueado devido ao fato da Williams ser um pouco mais lento do que os demais e da pista ser mais estreita. Até que, na volta 53, Patrese sofre um furo no radiador e é ultrapassado por Senna. Nessa altura, já Mansell tinha ultrapassado Prost e estava em cima do piloto brasileiro.
Até que na volta 57 (posicione o vídeo em 3:00) ambos vêm o Onyx mais lento de Johansson (estava a ter problemas de caixa de velocidades), Senna hesitou e Mansell, usando do seu instinto, ultrapassou ambos os carros, numa manobra ousada, mas provavelmente a melhor ultrapassagem do ano.
Com o tempo Mansell escapa-se e consegue ganhar vantagem suficiente para vencer a corrida, rendendo um recorde ao inglês: foi a única vitória de um piloto que não largou nas quatro primeiras posições, recorde esse quebrado somente por Jenson Button, em 2006.
#13. Mansell VS Berger - Hermanos Rodríguez 1990
Há quem não sinta falta do circuito mexicano no calendário da Fórmula 1. Outros dizem que era um dos traçados mais desafiadores da categoria. Isso vem da ideia da concepção do circuito, onde engenheiros visitaram várias pistas no mundo. O principal traçado foi estabelecida em 5 milhas, mas a pista oferecia muitas possibilidades, incluindo configurações de 4 e 4,5 km. Oval de 1,6 milhas. (1 milha) e até uma pista de kart de 1 km. Os principais setores do circuito são a reta principal (uma das maior das retas dos circuitos internacionais, pouco mais de 1km) e a famosa Curva Peraltada com 180º
A corrida inaugural do Autódromo foi em 20 de dezembro de 1959, com as 500 milhas da Cidade do México, vencida por Pedro Rodrigues e seu irmão Ricardo em terceiro e separados por Moisés Solana, o grande impulsionador da Fórmula 1 nos 60 no México.
Comentando um pouco sobre a classificação para o grid de largada em 1990. Havia um treino na 6a pela manhã, chamado de pré-classificação. À tarde, acontecia a primeira sessão de treinos classificatórios e, sábado a tarde, acontecia a segunda sessão, com transmissão da RGT. No final das duas sessões, que ora chovia, ora fazia sol, Berger levou a melhor sobre Patrese e levou a pole-position. Na segunda fila estavam Senna e Mansell. Alain Prost, após sair da McLaren e ir para a Ferrari, largava apenas em 13º.
Depois de uma confusão no warm up, devido à presença de um cão na pista, obrigando à interrupção do teino, a corrida começa com céu limpo e tempo seco. Na largada, Patrese levou a melhor sobre Senna, Berger, Boutsen e Piquet. Prost começa a fazer uma prova de força, tentando passar os que estavam à sua frente. Na segunda volta, Senna (que fazia aqui o seu 100º Grande Prémio) passa Patrese e fica com a liderança, tentando afastar-se dos seus oponentes.
Prost estava determinado neste dia. Na volta 54, faltando 15 para o fim da corrida, o francês assume a segunda posição, após Mansell ir para os pits trocar de pneus, estratégia esta repetida por Prost, visando assumir a liderança da corrida, pois Senna optou por não realizar pitstop e o tempo de suas voltas eram muito altos. Esta estratégia custou caro ao brasileiro: não somente foi ultrapassado com facilidade na volta 60 e, três voltas depois, teve um pneu furado e abandonou a corrida, devido aos estragos no eixo traseiro.
Com isto, Prost rumava à vitória e a uma reação extraordinária no campeonato, que teve aquele fim memorável na caixa de brita em Suzuka. Atrás dele, Mansell dava o seu melhor para ficar com o segundo posto, que pertencia agora ao McLaren de Berger.
O britânico tentou tudo para passar e consegue este feito na final da penúltima volta, na Peraltada. E mais: foi por fora.
#12. Reutemann Vs Andretti - Zandvoort 1980
Zandvoort, você conhece?. Circuito de alta velocidade. Atualmente, o circuito abriga provas da Fórmula 3, do Campeonato Mundial de Carros de Turismo e da DTM, entre outras competições. Mas, no surgimento do circuito, era local certo para a Fórmula 1. O último GP de F1 em Zandvoort foi em 1985, com vitória de Niki Lauda. Após muitos problemas ambientais com o traçado antigo do circuito, muito se foi discutido e por pouco Zandvoort deixou de existir. Uma vitória do automobilismo, pois circuitos bons não se fazem como antigamente.
Naquele ano, era uma pista favorável aos motores turbinados da Renault. Para contrabalançar, o autódromo situado no nível do mar, permitia um novo fôlego aos motores aspirados. Nelson Piquet e Hector Rebaque apresentaram uma nova configuração do Brabham BT49. E não deu outra: Piquet foi o vencedor, seguido por Arnoux (Renault) e Jacques Laffite em terceiro (Ligier)
Entretando, dois incidentes marcaram a prova: 1) Derek Daly, ao volante do seu Tyrrell, perdeu o ponto de freada na Curva Tarzan, batendo violentamente na pilha de pneus. Com o choque, ele foi catapultado para cima. O Tyrrell decolou, deu dois giros no ar e caiu, espatifando-se. Derek Daly, completamente tonto, saiu do carro e deitou-se na grama. Por milagre, nada sofreu. 2) A disputa entre Carlos Reutemann e Mario Andretti, que durou da volta 19 até a volta 69, que é o nosso 12º lugar no Top40. Todas as ultrapassagens foram realizadas também na Curva Tarzan.
#11. Schumacher VS Raikkonen - Interlagos 2006
"É minha última corrida em Monza. Vou me aposentar". Domingo, 10 de setembro de 2006. Michael Schumacher, sete vezes campeão da Fórmula 1, recordista absoluto na categoria, anunciava que iria se retirar ao final da temporada.
No dia 22 de outubro de 2006, a Fórmula-1 viveu um momento especial, tendo em Interlagos o cenário ideal. Era o dia em que Michael Schumacher, considerado por muitos o maior gênio das pistas de todos os tempos despedia-se da Fórmula-1 (até mudar de ideia em 2010).
Naquele mesmo dia, Felipe Massa preparava-se para encontrar seu espaço na Fórmula-1 e, principalmente, na equipe de Maranello. Correndo em casa, Felipe Massa liderou de ponta a ponta e conquistou uma vitória incontestável em frente de sua torcida (com aquele inesquecível macacão verde e amarelo), quebrando um jejum de 13 anos sem vitória brasileira em Interlagos. A última vez foi na inesquecível vitória de Ayrton Senna. Desta forma, Felipe Massa se torna o quinto brasileiro a vencer dentro de casa. Antes de Massa e Senna, José Carlos Pace, Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet festejaram no Brasil. Em segundo, Fernando Alonso levou o título e se tornou o bicampeão mais jovem da história. Fechando o pódio, Jenson Button, da Honda.
Mas nada disso chamou mais atenção do que a performance espetacular de Michael Schumacher. No dia de sua despedida, o alemão caiu para o fim do pelotão por causa de um pneu furado e veio ultrapassando todos os adversários. Foram nada menos de 17 manobras ao longo da prova, que lhe renderam um brilhante quarto lugar. E a nossa 11ª posição tinha que ser a memorável ultrapassagem sobre Raikkonen no S do Senna faltando três voltas para o final.
Com 121 pontos na classificação final da temporada, o piloto da Ferrari encerrou a temporada 2006 na segunda colocação, atrás apenas do espanhol Fernando Alonso, bicampeão da Fórmula 1.
Eram 40. Agora só faltam 10! Será que você consegue descobrir quais serão as 10 maiores disputas da Fórmula 1?
O Troféu Gesser VII começou faz um tempinho. Após seis corridas, divulgamos aqui “Os 8 que salvam”.
Antes, aviso que o carset é o Classic 86, antigo F1 1986, o carset mais ingrato do BATracer.
Partindo para a review, abaixo você confere um resumo-gráfico, se não quer ficar lendo as bobajadas.
clique para ampliar
Bruno China está irreconhecível esta temporada! Com uma McLaren (que é boazinha, até), ele não tem usado seus códigos. Sorte (só pode) dos outros.
O presidente Hugo tem feito uma boa competição até aqui com sua humilde Tyrrel. Após um início complicado, alguns pontinhos vieram com uma sortezinha. OBS: ele vai dizer nos comentários que não, mas, foi isso aí. rs.
Zica-mann-Wernay e Lucas Oliveira estão com mesma pontuação. Para quem tem Williams e McLaren (respectivamente), é pouco, mas, salvam.
Leds tem forçado muito a barra de sua Benneton. É batida aqui, driver error ali. O atual campeão do T. Gesser não se achou ainda, se é que ele tá perdido. Só lembrando, ele já foi meio-campeão de uma Liga BWL com uma Benneton 86… aham!
João Felipe está fazendo muito bonito, bonitasso com sua Lotus, estando na 3ª posição. Rapazinho está dando um pau no pco argentino… ainda bem! Continue assim, JF!
Raitz foi o único que venceu 2 vezes. Só pra constar, em 6 corridas, 5 vencedores diferentes. Voltando, após ficar beliscando poucos pontos, as vitórias o deixaram a 1 ponto do atual líder da tabela.
O que salva mais é Tassi. Sua Williams (detalhe: a única equipe decente no carset) está sendo bem utilizada por ele para ir levando essa merecida liderança. Só tem de manter a regularidade.
Agora, o que esses 8 salvam? Meninas gatinhas afogadas, oras. Quanto melhor posicionado, mais gatinha é a gatinha… hahaha!
Vai rolar nesse post os Melhores Momentos do Dia Seguinte ao da corrida.
É que está rolando a 27ª Oktoberfest de Blumenau e eu simplesmente não vi a corrida porque vagava de uma cervejaria artesanal para outra nos Pavilhões da festa e lá não tem televisão; tem Fridas muito bonitas, uma veiz!
Mas, enfim, voltando… eu vi os melhores lances da corrida de Suzuka, vi reportagens e li alguma coisa nos sites relacionados. Bora lá, então!
Número 1: Largada destrutiva.
Fazia tempo… uma porrada de tempo, aliás… que não tínhamos uma largada bagunçada, tendo de entrar Safety Car e tudo. E isso só acontece com piloto mediano. Primeiro, o Petrov fez aquela baianada pra cima da Williams; coisa de rapaz pequeno. Aí, o Massa toma uma fechada natural, vai pra grama, põe a culpa no Rosberg, chumba a Force India, fica sem chances de título (teve disso alguma vez?) e vai cumprir tabela daqui pra frente, pois, ajudar o Alonso ele já o faz desde o Bahrein.
Número 2: Schumacher briga com Rosberg.
E perde! O Multi-campeão só ganhou a posição do cara quando ele abandonou. Mesmo assim, pra quem assistiu Ao Vivo e é fã do 7x campeão, o coração deve ter batido um pouco mais forte naquelas poucas voltas de disputa. Ainda assim, as coisas poderiam estar melhores para Schumacher, pois, ele está sendo reconhecido este ano mais pela suas maneiras nada ortodoxas de defender posições do que por buscar alguma. Fica a torcida…!
Fonte: AFP
Número 3: Kobayashi correu horrores.
Então, por que cargas d’água ele não correu assim a temporada inteira? Bem que poderia…! Esses caras que só fazem bonito se correm em casa, tão com nada. Ou pode ser a questão da pista, que ajuda o estilo dele; esperamos Interlagos, então.
Outra coisa… juro que pensei que o Kobayashi iria dar uma da Sato. Era tanta ultrapassagem no hairpin com o carro enfiado que eu estava crente que uma hora ia acontecer o pior. Bom não ter havido isso.
Número 4: Alonso campeão?
Será? Assim como o Grêmio, Alonso é o melhor no 2º turno. Já a Dilma e o Serra, eu não sei. Do jeito que está o campeonato, com a RBR ainda com 2 pilotos na boa para o título, e sabemos que aquilo lá é faísca pra tudo que é lado, se o Alonso for fazendo esse feijão com arroz, ele fica tri. Ainda são 3 etapas para o fim e uma nova burrada dos pilotos da Red Bull (que é provável) pode deixar o ferrarista mais convencido do que já é.
Fonte: Getty Images
Número 5: A Não-Cagada-Exposta da Red Bull.
Dobradinha novamente, até que enfim. Webber ficou na dele dessa vez para evitar qualquer desentendimento dentro da pista com Vettel. Foi louvável não haver uma briga dos dois na corrida… quem iria esperar uma maturidade tão grande da RBR?
Só que tem aquele negócio: Webber gastou sua única ficha de ficar atrás do Vettel. Daqui pra frente, vai ter de ralar para não perder a vantagem que tem e ainda tomar cuidado com o Alonso. Por conta deste cenário é que veremos quem realmente fará jus ao título deste ano: Webber por superar o embalado companheiro (que faz tempo que ele não consegue), Vettel por ter colocado a cabeça no lugar a tempo de reagir, ou Alonso por ter finalmente domado a sua máquina.
FILOSOFIA GALVÃO BUENO
“Aiaiaiaiaiaiaiaiai. Bateu forte.
Eu ia dizer: ‘eu vi o Massa tocando com o Petrov’. Tive a sensação que foi o Felipe Massa que tocou com o Petrov.
O Felipe Massa com o Schumacher. Olha lá o Schumacher, como ele põe o Felipe na grama”.
Largada complicada até para o GB. Não tinha nem como o Petrov sair atirado daquele jeito com um (inimaginável) toque do Massa. Tudo que é acidente o GB faz fiado na conta do Schumacher.
A Paramount Pictures lançou o cartaz de divulgação do primeiro filme sobre a vida do tricampeão Ayrton Senna feito para o cinema. A produção estreia nas telas brasileiras no dia 12 de novembro, na sexta-feira seguinte ao GP do Brasil de Fórmula 1, em Interlagos, penúltima corrida da temporada 2010. O documentário “Senna” será exibido no Rio de Janeiro, em São Paulo e possivelmente em outras quatro capitais brasileiras, que ainda estão em negociação. Além do tradicional capacete amarelo e do olhar do tricampeão, uma frase de Niki Lauda está em destaque.
- "Ele foi o melhor piloto que já existiu" - são os dizeres no cartaz do filme sobre o brasileiro.
Mesa: André Tartaglia, Frank Aguiar, Heitor Ramos, João Zanchetta, Luiz Felipe Lira e Rodrigo Munhoz Tempo de duração: 65min Download Podcast:BWL Podcast #26
Ê cambada!!!! Ao som de muito forró embalando o ritmo deste podcast, nesta edição falamos de muita coisa arretada. Como temas, a vitória de Fernando Alonso no Gp de Cingapura, Final dos Troféus Kola e Gesser VI, Musa BWL, site de liveries da BWL, prestação de contas dos patrocínios, casório do MUNHOZES e outras boçalidades. Ouçam e divirtam-se. Ah, e o mais importante: comentem!!!
Alguém conhece Giovanni Alesi? Bem, acredito que poucas pessoas o conhecem com este nome. No mundo da Fórmula 1, este francês mais do que emotivo e que usava um capacete igual ao de Elio de Angelis, ficou conhecido como Jean Alesi. Começou a sua carreira com uma paixão pelos rallies, mas foi nas corridas de monopostos que lhe deram o sucesso internacional. Em 1988 ganhou o campeonato francês de Formula 3. Teve na sua carreira na Formula 1 passagens pelas equipas Tyrrell, Benetton, Sauber, Jordan e principalmente na Ferrari onde foi muito popular entre os Tifosi.
E como ele conseguiu essa popularidade entre os Tifosis e se tornar o quinto piloto a disputar mais grandes prêmios? Tudo começou no Grande Prémio de França de 1989 disputado em Paul Ricard, ao volante de um Tyrrell-Cosworth, terminando em 4º. Mas, foi no ano de 1990 que realmente ele chamou a atenção das equipes de ponta.
O ano de 1990 foi a primeira temporada completa de Fórmula 1 para Jean Alesi. Novamente a bordo de uma Tyrrell, na abertura da temporada em Phoenix, liderou as primeiras 30 voltas à frente de Ayrton Senna e sua McLaren voadora. E é com este duelo que iniciamos a quinta parte do Top 40 Disputas na Fórmula 1
E mais: Alesi ainda conseguiu um 2º lugar na corrida seguinte, em Mônaco. Todas as principais equipes queriam contratá-lo para a temporada seguinte. Considerado por muito o sucessor de Alain Prost, a Willams chegou primeiro e assinou um pré-contrato com o francês. O acordo foi quebrado e ele foi parar na Ferrari, ao lado do tetracampeão. Para não processar os italianos, o chefão Frank Williams ganhou uma Ferrari de Fórmula-1 para seu museu particular.
#19. Prost Vs Alesi Vs Piquet - Phoenix 1991
Sim! Exatamente um ano depois, Alesi já estava na equipe Ferrari. Logo na corrida de estreia pela construtora italiana, o francês mostrou que chegou para ficar: na classificação marcou o sexto melhor tempo e, na largada, pulou para quarto, atrás 'somente' de Senna, Prost e Mansell. Entretanto, o tricampeão Nelson Piquet não iria deixar barato as posições que perdeu na largada.
Com o abandono de Mansell no meio da prova, com o acidente ridículo entre Patrese e Roberto Pupo Moreno e com Prost perdendo segundos valiosos atrás de Stefano Modena depois de seu pitstop, a segunda posição fatalmente iria ficar entre Alesi e Piquet. O francês resiste bravamente aos ataques do brasileiro, enquanto Prost reduzia a diferença para os dois. Até que, na volta 70 (das 81 disputadas), acontece o momento da nossa posição de número 17 do Top 40: Prost realiza uma manobra fantástica em cima de Alesi e Piquet, ultrapassando os dois e garantindo o segundo lugar na corrida. Piquet chegou em terceiro e Alesi começa desde a primeira prova na Ferrari a sentir que foi um péssimo negócio trocar a Williams pela Ferrari: três voltas depois, o motor italiano abria o bico. O vencedor da corrida, após duas horas, foi o campeão da temporada, Ayrton Senna.
Sobre a troca de equipes, Alesi foi enfático anos mais tarde: “Vocês podem dizer que eu poderia ter sido campeão? Eu também poderia ter morrido, como aconteceu com Ayrton Senna, quando estava na Williams. Não dá para saber qual seria o meu destino.”
Um bate boca de Senna com Irvine em sua estreia na Fórmula 1. Aconteceu depois do GP do Japão de 1993, em 24 de Outubro em Suzuka. Prost já havia anunciado (depois de assegurar o título em Estoril) que ia se aposentar no fim da temporada, Senna já havia anunciado que ia para a Williams, para ser companheiro do Damon Hill. Um jovem Eddie Irvine fazia sua estréia de Jordan Hart 1035 V10 com Barrichello como companheiro de equipe, em uma pista que o irlandês conhecia muito bem, graças as suas duas temporadas anteriores, competindo no Campeonato Japonês de F3000 pela Cerumo-Cosmo Oil.
A briga na ponta era de Senna e Prost, continuando assim na primeira parada de box, e sob a chuva que começou a cair. Basicamente, o “episódio” foi que Senna brigava com Prost pela ponta, e chegou para colocar uma volta em Irvine e Hill (que brigavam pela 5ª posição). Hill estava de slicks na pista razoávelmente molhada, e Senna com pneus de chuva. Senna passou Irvine, e estava sendo “cuidadoso” para passar Hill, pois este escorregava por todo lado.
Irvine, que agora estava uma volta atrás, resolveu “tirar a volta” passando Senna na entrada das curvas Degner, e o fez, irritando Senna. Mais tarde, Irvine diria que a culpa de tudo que aconteceu era de Damon Hill (??). Além disso, há três voltas do final, Irvine não hesitou em “empurrar” Derek Warwick na Footwork para a brita na chicane e lhe tomar o sexto lugar, tornando-se o primeiro estreante a marcar pontos em seu primeiro GP desde Jean Alesi. Senna venceu, seguido de Prost, Hakkinen, Hill, Rubinho e Irvine, os únicos seis na mesma volta, e os últimos dois registrando o melhor resultado da Jordan na temporada. Penúltima vitória de Senna, de número 40, e número 103 da McLaren, empatando-a com a Ferrari, significativo na época.
A cena não foi filmada, mas entrou para o folclore da Fórmula 1. Após ser atrapalhado pelo retardatário Eddie Irvine durante o GP do Japão de 1993, Ayrton Senna vai ao box da equipe Jordan para reclamar. Irvine se defende dizendo que Senna estava lento demais e o brasileiro não se contém, dando um direto de esquerda no irlandês antes de sair dali muito irritado. Irvine nem se importou com a reclamação de Senna, mas realmente atrapalhou o tricampeão na corrida. Leia a história do bate boca aqui
#17. Arnoux Vs Cheever - Long Beach 1983
Corridinha confusa essa. 26 pilotos no grid, 15 abandonos e apenas 2 pilotos na volta do vencedor da prova. Este foi o retrato da segunda corrida na temporada, disputada sobre o sol escaldante de Long Beach
Vamos direto ao ponto de nossa posição de número 17: Arnoux estava voltando a briga pelo pódio após uma corrida de recuperação. Depois de realizar seu segundo pitstop, encontra Eddie Cheever (sim, aquele mesmo que também correu na Fórmula Indy). O americano, em sua Home Race (risos), fazia uma corrida fantástica com a Renault, pois largou em 13º e optou por realizar apenas um pit prematuramente no primeiro terço da corrida. A briga entre eles valia a quinta posição. Acabou que, como ambos estavam rápidos demais, chegaram rapidamente em Jacques Laffite (Williams), quarto colocado.
Confiram o desenrolar dessa história, nosso 17º lugar
Aliás, o vencedor desta corrida foi John Watson e a esta vitória é atribuída um recorde: foi o vencedor que largou mais do fundão do grid - o piloto inglês largou em 22º lugar. Para uma corrida em circuito de rua, um feito e tanto.
#16. Villeneuve VS Pironi - Imola 1982
Companheiros de equipe na Ferrari, Villeneuve e Pironi eram amigos até o fatídico GP de San Marino de 1982. Acreditando ser o primeiro piloto do time, o canadense deixou o francês passar à frente, certo de que este abriria passagem no fim. Pironi resolve ir em busca da vitória. Quando Villeneuve percebe, é tarde demais. Depois deste dia, o canadense jurou nunca mais trocar uma palavra com o antigo amigo.
E cumpriria a promessa: apenas duas semanas depois, Villeneuve encontraria a morte durante o GP da Bélgica de 1982, em Zolder. Ironicamente, a Fórmula 1 se transferiu para Zolder pois Spa-Francorchamps era considerada "perigosa demais"
É isso aí amigo do Batracer… isso mesmo! Não estou falando para o Brazil With Lasers apenas. Estou falando para você, que pagou - ou não - as doletas para ajudar a manutenção do jogo Batracer. Você mesmo que, mais uma vez, faz papel de PALHAÇO!!!
Surpreendido com a mudança na pontuação do Instructor Mode e depois a contra-mudança? Sinceramente, desde o fatídico RED MONDAY, você não deveria se surpreender com mais nada. Assim é mole! Primeiro, dá dois pontos de instrutor retroagindo a todos os instructors antigos. Depois limita a 50 jogos. Por exemplo, o tombo que o “Gordinho da Cami” (Diego Leds) levou (de 3o. para 47o. no WR) foi coisa triste, e não é comercial da VISA.
E por falar em RED MONDAY, desde este dia tenebroso, que alguns jogos foram alterados e o Fe(píííí) Challenge foi extirpado do jogo (tá certo que não faz falta nenhuma esse carset do capeta), o único carset lançado foi o F1 2010, que convenhamos, não é nada empolgante. Parece um F1 2009 requentado.
É claro que citamos um caso que o jogador foi prejudicado como muitos, e tiveram outros que foram beneficiados. Mas o que se nota aqui é a falta de uma coisinha que deve nortear qualquer jogo que se invente, ou qualquer questão que precisa ser arbitrada: CRITÉRIO!
Tá com vergonha… pois é, nós também estamos. Portanto, venha você também para a familia Ashamed. Mude seu sobrenome para Ashamed (envergonhado, em inglês) e use nosso capacete disponibilizado em http://liveries.bwlclan.com/2010/10/helmet-shame-batracer.html, e ponha você também um saco em cima do seu capacete.
English Version – text only:
MANIFEST ASHAMED
Yeah Batracer friends ... yeah! I'm not talking to Brazil With Lasers only. I'm telling you, KT - or not - that helps to maintain the game Batracer. Yourself that, once again, treated like CLOWN!
Surprised at the change in score of Instructor Mode and then counter-move?
Honestly, since that fateful RED MONDAY, you should not be surprised by anything. It’s so easy to understand!
First, it gives two points of the backdating instructor all former instructors. Once limited to 50 games. For example: the slump that the "Chubby's Cami" took (from the third. To 47th. At WR) was sad, and it’s not VISA’s advertisement.
By the way, since RED MONDAY, that some games have been changed and was excised Ferrari Challenge game (I'm right they do not need words, for explaining how much that carset is terrible), the single was released carset F1 2010, wich anyone agree, is nothing exciting. Looks more like a 2009 F1 re-released.
Sure, we tell a case that "that player" was injured as many, and others who had benefited. But what we see here is the lack of a thing that should guide any game that is invented, or any question that must be arbitrated: FEATURE (criteria)!
Ok ... so you're with shame? we are too. So Please, join also too the family Ashamed (embarrassed). Change your surname to Ashamed and use our helmet Available on
Bom, este post é mais para quem é de fora do clã. Certa feita, fui perguntado se iria mencionar os últimos mini-updates do BATracer (browser game de automobilismo que é a razão de existir do clã Brazil With Lasers). Eu não via necessidade, mas, como deu pano pra manga, pro colarinho e até para dois pares de meia, ficou bom de citar.
Como diz uma amiga minha, “tá rolando mó bafão” no Clan Chat do clã BWL. O motivo é o Julis Ratão, sempre ele, que fez um mini-update no jogo que, para alguns do BATracer, e não somente gente do clã BWL, é uma baita downgrade.
Afirma-se que, desde o Red Monday (2 de novembro de 2009), o jogo não tem conseguido evoluir a contento dos jogadores. Não que o dono do jogo seja obrigado a isto, mas, uma melhoradinha sempre é bem-vinda.
Esse tal mini-update foi feito faz um tempinho e trouxe coisas interessantes e coisas que revoltaram muita gente. Descrevê-las, aqui, não é cabível. Apenas digo que alguns jogadores foram beneficiados no World Ranking (que é a propriedade máxima do status de um jogador) e, consequentemente, alguns ficaram para trás (imagina, você era o bonzão e passou a ser mediano do nada).
No nosso clã, teve gente que apoiou, teve gente beneficiada que deu de ombros, teve gente que xiou, e teve gente xiou quem tinha xiado… tamanha era a discussão no Clan Chat.
Passado um tempo, todos conformados, no dia de hoje, o mini-update sofreu uma leve correção, que simplesmente não ajudou ninguém, nenhum dos dois lados da moeda.
Agora, cabe ressaltar que o mini-update veio a melhorar uma determinada situação no jogo. E com essa correção, ela já não mais ajudará tanto. Então, por que não volta ao que era? Porque o que era, também não é adequado ao jogo. O motivo explicado pelo dono do jogo para esta correção é muito discutível no que se refere à sua intenção para com o problema que existe.
Talvez ele saiba, talvez não, que está mais interessante desse novo jeito! Não vai resolver o problema, definitivamente. Porém, vai acabar com os papa-pontos-de-WR que deixam seus parceiros iniciantes no BATracer ao léu, que era o que acontecia antes do mini-update e iria acontecer bem mais depois, não fosse essa correção.
A intenção real deste post é para mostrar a todos que nosso clã é bastante ativo no jogo. Somos o maior clã brasileiro do BATracer. Embora nossas opiniões não valham muito (quase nada, ou apenas nada) para melhorias, a gente usa nosso tempinho para falar dele, afinal, como eu disse antes nesse texto, o BATracer ainda é a razão de existir do clã BWL e é lá que mais e mais pessoas vão aderindo ao meio e conhecendo gente nova, que é viciada nas vertentes do automobilismo. Essa é nossa brincadeira.
Começamos a Parte 4 do nosso Top 40 Disputas na F1 em 1988, ano do primeiro título de Aryton Senna. Naquele ano, das 16 corridas disputadas, 15 foram vencidas pela dupla Senna/Prost, que pilotavam aquela mítica McLaren MP4/4 com motores Honda RA168E V6 turbo. A única corrida que não foi vencida pela McLaren foi em Monza, onde a Ferrari fez dobradinha. Vale lembrar que a Ferrari também tinha motores turbo.
Mas, será que somente McLaren e Ferrari merecem reconhecimento nesta temporada? A resposta é não. E a "culpada" disso tudo é uma equipe chamada March...
A equipe March foi criada por um quarteto de entusiastas em 1969. o nome March deriva de um pequeno "acróstico" (poema feito com a primeira letra de cada palavra) formado pelas iniciais dos fundadores. Max Mosley; Alan Rees; Graham Coaker; Robin Herd. As atividades na Fórmula 1 começam em 1970, As atividades na F-1 começaram em 1970, fornecendo chassis à Tyrrell Racing, mas formaram também uma equipe própria, cujos pilotos eram o escocês Jackie Stewart, o neozelandês Chris Amon e o suíço Jo Siffert. Obtém três vitórias na categoria (Jarama 1970, Österreichring 1975 e Monza 1976) até a primeira falência, em 1977. Entre 1981 e 1982, a March só colecionou insucessos em sua volta à categoria e novamente retira-se da categoria. Somente em 1987 a March retornaria, agora com nova nomenclatura: "Leyton House". Como piloto principal, o jovem italiano Ivan Capelli.
Para 1988, Capelli tinha um novo chassis da March projetado por Adrian Newey, somado ao motor Judd V8 (derivado do motor Brabham-Honda CART e da unidade Judd/Honda F3000). Capelli foi excelente, pilotando brilhantemente em particular nos Grande Prêmios do Canadá, da Alemanha, Itália e Portugal. No Estoril ele conquistou sua melhor posição no podium com um segundo lugar atrás de Alain Prost da McLaren e em Suzuka fez parte da história ao ser o piloto de um carro apenas naturalmente aspirado a liderar um Grande Prêmio em uma temporada de domínio turbo.
Mas, vamos destacar a incrível performance de Ivan Capelli no GP da Bélgica, disputado em Spa-Francorchamps. Com um carro extremamente rápido, Capelli inicia uma corrida digna de aplausos, pois largou na modesta 14ª posição para terminar em 3º. Entretanto, o grande duelo foi entre ele e Ricardo Patrese.
#24. Brambilla Vs Hunt - Österreichring 1975
Se falamos da March, vamos lembrar uma de suas vitórias. Para falarmos de Vittorio Brambilla, vamos gastar umas boas linhas. Brambilla era famoso tanto por ser um tremendo boa praça quanto por sua capacidade de destruir carros. Esse rotundo italiano meteu-se em encrencas com quase todos os grandes pilotos de sua época, justamente quando vislumbrava solitariamente pontos de ultrapassagem que não existiam. Isso lhe valeu o apelido pejorativo de “O Gorila de Monza”.
A temporada de 1975 presenciou um confronto direto entre dois dos maiores pilotos da história; Niki Lauda, com sua Ferrari, lutou por seu primeiro título diretamente contra o brasileiro Emerson Fittipaldi, já bicampeão do mundo. No meio desse combate, surgiram surpresas ocasionais, como José Carlos Pace em sua Brabham, Jodi Schekter da Tyrrel e James Hunt da Hesketh, que conquistaram vitórias inesperadas. Mas nenhum resultado foi tão inesquecível quanto a vitória de Brambilla e sua March na Áustria.
Lauda queria porque queria vencer em casa, conquistando a pole position. Brambilla conseguiu um razoável oitavo lugar no grid, demonstrando a evolução de seu March laranja. Mas, no warmup, uma tragédia: A jovem promessa norte-americana Mark Donohue sofreu um terrível acidente. Chegou a ser retirado com vida dos destroços, mas o ambiente no circuito ficou bastante pesado. Infelizmente, na segunda-feira após a prova Donohue faleceria, devido aos ferimentos.
Todo o circo da Fórmula 1 sentiu aquela batida. Donohue era tido como a maior promessa dos EUA desde Mario Andretti. O guard-rail destruído teve que ser reparado, atrasando a largada. Então São Pedro pregou uma peça: chuva! Lauda apostou num acerto híbrido e começou a sofrer as conseqüências logo no início da prova. A liderança aberta pelo austríaco foi desaparecendo à medida que as condições pioravam. Mais atrás, dois pilotos davam um verdadeiro show: James Hunt e Vittorio Brambilla compensaram a fragilidade de seus carros com um acerto para chuva forte e uma tocada alucinante. Hunt vinha na frente, com Brambilla logo atrás, procurando uma brecha para passar. A batida parecia tão iminente que até um dos então donos da equipe March, o hoje todo poderoso chefão da FIA Max Mosley, pressentiu o pior.
Ambos os pilotos passaram por Lauda na volta 15 e iniciaram um duelo emocionante pela vitória. A veloz pista austríaca ficava a cada volta mais perigosa. Os retardatários apresentavam um risco extra, mas não para Brambilla. Quando Hunt partiu para dar uma volta em Brett Lunger, o Gorila deu o bote, passando os dois carros de uma só vez! Lunger, na tentativa de se manter na pista, acabou atrapalhando Hunt, que ficou preso por quase duas voltas enquanto Brambilla disparava na frente.
A direção da prova percebeu que as condições da pista estavam perigosas demais. Os donos de equipe sugeriram que a prova fosse interrompida, reiniciando-se após a chuva dar uma trégua. No entanto, os cartolas decidiram terminar a corrida imediatamente, na volta 27, ou seja, antes de serem completados 60% do previsto. Dessa forma, os pontos valeram pela metade. Brambilla contornou a última curva a toda, patinando nas quatro rodas, e percebeu bem de longe o fiscal pronto para agitar a bandeira quadriculada. Não conseguia acreditar! Depois de tantos anos sendo chamado de braço duro, de zarolho e de navalha, lá estava ele, pronto para alcançar a glória! Envolvido pela emoção, o Gorila agitou os braços freneticamente, largando do volante. O March laranja passou por uma poça logo após cruzar a linha de chegada, indo direto para o guard-rail. POW! A batida foi tão forte que pode ser ouvida em toda reta dos boxes. O bico ficou seriamente avariado e as rodas, desalinhadas, mas o motor não morreu. Brambilla fingiu que nada havia acontecido e deu sua volta da vitória acenando para os fans normalmente, se é que pode ser considerado normal passear com um F-1 semi-destruído comemorando um primeiro lugar improvável.
#23. Prost Vs Schumacher Vs Senna - Silverstone 1993
Ano de despedida de Alain Prost como piloto da Formula 1. No ano em que conquistou seu quarto título mundial, aquele francês baixinho e narigudo, conhecido por administrar muito bem suas corridas, fazia as pazes com seu inimigo Ayrton Senna. O engraçado é que, mesmo com um carro infinitamente inferior, o brasileiro chegou a disputar o campeonato com o francês em pé de igualdade. Entretanto, em circuitos de alta velocidade, a McLaren de Senna não era párea para a Williams de Prost. Muito menos para a Benetton de Schumacher.
Chegamos então a 9ª etapa do mundial, Silverstone. 57 pontos para Prost, Senna com 45, Hill com 28 e Schumacher somava 24. No treino de classificiação, faltando poucos minutos para o fim da sessão, Damon Hill marca o melhor tempo. Sairia na pole position no primeiro grande prêmio em uma equipe de ponta! Poderia vencer em casa! Mas Alain Prost, logo em seguida tira a pole do britânico. Schumacher fez o terceiro melhor tempo e Senna, o quarto.
Na largada, para variar, Prost larga mal. Hill assume a ponta e Senna, incrível, pula de quarto para segundo. É aí que chegamos no nosso 24º lugar do Top 40 (a partir do tempo 2:40). Com um carro visivelmente mais lento, Senna luta bravamente com Prost e Schumacher pela segunda posição por sensacionais seis voltas. O mais engraçado do vídeo é ver as expressões de Tom Walkinshaw e Flavio Briatore.
E com o líder Damon Hill? Com aquela Williams FW15C, uma vitória era questão de tempo para ele. Em oito etapas disputadas, já tinha sido segundo lugar em Interlagos, Donington Park (naquela corrida memorável sob chuva), Monte Carlo e Magny-Cours. Entretanto, o motor Renault deixa Hill a pé, entregando a vitória no colo de Prost. Pior: Senna vinha, mesmo com toda a deficiência de sua McLaren, para um terceiro lugar, se não fosse pela falta de combustível...
#22. Senna Vs Mansell - Monte Carlo 1992
Nesse ano a parceria Williams-Renault viria a consagrar um campeão. Foi em 1992 que Nigel Mansell venceu 9 das 16 etapas disputadas. Também, com aquela Williams FW14B equipada com motores Renault RS4 V10, tinha que consagrar "Red 5" com um título. E foi também neste ano que ele venceu 5 corridas consecutivas, igualando-se a Jim Clark e Jack Brabham.
O Grande Prêmio de Monaco era o sexto da temporada. Mansell tinha vencido as 5 corridas iniciais, somava 50 pontos. O segundo era patrese com 24, Schumacher tinha apenas 17 e o atual campeão, Ayrton Senna, somava... OITO PONTOS! Senna era honesto consigo mesmo: a briga pelo título parecia encerrada. Mas Mônaco é Mônaco, tudo pode acontecer. Entretanto, mesmo com a superioridade de Mansell, todos os fãs do automobilismo torciam para que Ayrton Senna igualasse o recorde de Graham Hill de 5 vitórias no circuito monegasco.
O grid de largada foi um repeteco das últimas etapas: Mansell em primeiro, com Patrese em segundo. Senna conseguiu o terceiro tempo, a apenas 1s1 de Mansell. Na largada, Senna conseguiu o milagre de passar Patrese na primeira curva, tomando a segunda posição. Já era um lucro danado, sabendo que o italiano dificilmente conseguiria passar Senna naquela pista. Mansell, porém, mantinha a primeira posição e disparava. A corrida seguia tranquila para Mansell, que chegou a abrir 30 segundos para Senna na segunda metade da corrida. Restava a Senna esperar que algo acontecesse. E não é que aconteceu?
Na volta 70, a roda traseira esquerda do carro de Mansell se esvazia e o carro do Leão dá uma desgarrada perigosa dentro do túnel. Lentamente, ele vai aos boxes e aproveita para colocar pneus novos. Com o tempo perdido, Ayrton Senna assume uma liderança inesperada, no que é a primeira vez no ano que consegue ficar na frente! Mas Mansell tem pneus novos e muito mais carro. Além disso, a diferença entre os dois quando Nigel voltou à pista era de apenas 5 segundos. Fazendo voltas mais rápidas nas de nº 73 e 74, Mansell chega rapidamente em Senna. Todo mundo esperava que o Leão repetisse aquela sensacional ultrapassagem feita em Alain Prost em 1991. Senna, sem pneus e com um carro precário, segurava heroicamente Mansell nas curvas do travado traçado. A pista era proibitiva para ultrapassagens, mas Mansell colava na traseira de Senna de uma maneira que muitos pediriam arrego.
Nigel Mansell, mesmo tentando tudo, não conseguiu passar Ayrton Senna, o vencedor do Grande Prêmio de Monaco de 1992. Foi a primeira vitória de Senna em 92. Tempos depois, Mansell comentou sobre a corrida: “Foi o segundo lugar mais bonito da minha carreira!”
#21. Jones Vs Prost - Hockenheim 1981
Voltamos mais no tempo, para 1981, ano que Nelson Piquet conquistava seu primeiro título mundial, naquela clássica disputa com Reutemann no circuito de Las Vegas.
Mas vamos falar é da etapa que o piloto brasileiro começou a arrancada para o título. Piquet somava 26 pontos, com 2 vitórias e quatro abandonos. Ocupava a segunda posição. Quem liderava o mundial era o argentino Carlos Reutemann, que somava 37 pontos, com as mesmas duas vitórias, mas com apenas um abandono. Em terceiro, Alan Jones (companheiro de equipe de Reutemann), com 24 pontos e protagonista no Top 40
No grid de largada, nem o brasileiro nem o argentino largaram na pole position em Hockenheim. A dupla da Renault (motorzinho turbo!), com Alain Prost e Rene Arnoux, largavam na primeira fila. Entretanto, no meio da prova, Prost é perseguido implacavelmente por Alan Jones. No estádio, na curva mais lente do autódromo, os dois se aproximam para por uma volta em René Arnoux, que havia se atrasado em função de um pneu furado.
Arnoux fica por dentro, deixando pista livre para Prost mas tentando se colocar entre ele e Jones. Prost faz a aproximação normal da curva mas é surpreendido por Jones que consegue enfiar o seu carro num espaço mínimo, cortando a frente de Arnoux e se colocando ao lado do de Prost, antes que este pudesse fechar a porta. Uma manobra tão brilhante quanto ousada, uma verdadeira mágica de um piloto notoriamente valente. A ultrapassagem foi a única coisa inesquecível para Jones nesta corrida, que acabou perdendo para Piquet, por problemas de motor que nunca foram devidamente esclarecidos pelos mecânicos.