E, numa final eletrizante, temos o vencedor do bolão... por apenas um ponto de diferença!


Brincadeiras a parte, agradecemos a todos os participantes que contribuiram para mais este entreterimento do BWL.
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Brazil With Lasers (Catch Us If You Can)




Povo.
Nosso intrépido agente de busca de coisas estranhas no BATracer, um título concedido neste momento enquanto escrevo a Carlos Capotei Meu Carro Várias Vezes Tassi, achou uma boa!
Segundo palavras dele…
O PESSOAL DO ROOKWORSTEN TESTOU UMA TEORIA SOBRE A "CLAN TABLE" E FUNCIONOU ...
O METODO DE PONTUACAO E ANALISE É FURADO ... VEJAM A TABELA DOS CLAN´S ...
Pra quem é de fora entender, o sistema de rankeamento diz que os 10 melhores de cada clã nos últimos tempos é que contam para o ranking do BATracer (de clãs). Então, qualquer clã pode fazer o mesmo e ficar lá na frente, basta criar um novo, pegar sempre os 10 melhores da semana (sei lá) e ficar sempre despontando no jogo. hehehe.

Povo.
Acabei de chegar do cinema e vou relatar algumas impressões pessoais do filme Senna, mais por vontade minha do que para divulgar o mesmo. Sei lá, estou com vontade de escrever.
De cara, eu já quero dizer (para quem ainda não sabe) que eu não era torcedor de Ayrton Senna. Eu gostava de ver Prost e Mansell venceram, principalmente o “Professor”. Passei a gostar de Senna depois de ele morto. Parece macabro, mas, não o é. Curto demais o Senna! Tenho uma livro biográfico com resumo de cada uma de suas provas na F1, mais um documentário e até um quebra-cabeça de 1000 peças do GP de Interlagos 1991 no meu quarto.

Chegando à sala, a maioria do público que iria assistir já estava lá. A maioria era um povo masculino e feminino (bem revezado) da minha idade (25). Só um guri é quem devia regular os 17 anos (Senna morreu faz 16 e meio) e acompanhou a (que eu imagino) irmã, cunhadão e mãe. Sim, muitas pessoas de 50 e 60 anos, tiozões e tiazonas lá. Isso n’uma terça-feira.
O filme começa bem, mostrando logo o Senna fazendo miséria na Tolleman. Pula rapidinho para o tempo de Lotus e vai a 300 km/h à participação dele na McLaren. Conclui, óbvio, ele na Williams.
Bom, mas, não vim aqui com vontade de descrever o filme e soltar vários spoilers. Quero falar de outras coisas.

O filme está longe de ser um documentário chato. É um filme de ação (na medida do possível) com todos os requintes de um tradicional: começo impactante, a construção do herói, o vilão, o chefe do vilão, as fraquezas do herói, a derrota do vilão, o auge e o fim (que todos conhecemos).
Tem momentos engraçados (daqueles que você ri, mesmo, e galera toda te acompanha), para aliviar a tensão. Sim, você chega a ficar com as costas duras de tanto prestar atenção às eletrizantes sequências mostradas. Não curti a vergonha alheia dele com a Xuxa… e só. E não adianta, até na 7ª Arte o Galvão Bueno comete seus erros. hehehe!
É bom demais ver Melhores Momentos de Fórmula 1 no telão do Cinema. É outra coisa. Muito mais, muito mais demais! E você percebe (caso te sobre dúvidas) que tem gente que acompanha F1 até hoje quando ri da cara do Prost por declarações chorosas… iguais, incrivelmente iguais a de um certo espanhol que corre hoje em dia…

O único spoiler que vou dar (e você pule para o próximo parágrafo após a imagem do Ron Dennis se não quer saber) é como o chefão da McLaren é mostrado no filme. O cara realmente sabe valorizar o que é bom, o que é correto. Agiu sempre a favor da esportividade. Ajudou o Senna nos momentos mais difíceis, o motivou com excelentes palavras. Até na última prova de Senna na McLaren, Ron estava lá pedindo o melhor com uma atitude muito sábia.

Por que vale à pena ver? Se ótimas cenas de F1 no Cinema não lhe motivam (muitas cenas onboard… muitas, mesmo), então, vá para ver as muitas sequências dos bastidores do Circo. Vá para ver briefings, entrevistas, lembrar as narrações de Galvão Bueno, comentários de Reginaldo Leme, saber como emissoras europeias lidavam com o fenômeno Senna, como os franceses falavam da briga interna da McLaren e, principalmente, para ver o Piquet soltar uma das suas… pena ser só uma.

Ok, ok. Tem gente que não curte o Senna. Falam que construíram um mito sem propósito em cima dele. Só digo que, se fizeram um “Mito Senna” é porque, em vida, ele deu motivos para isto. Aqueles senhores e senhoras de 50 e 60 anos de idade, trintões, quarentões que viram comigo o filme não me deixam mentir.
Hoje, não gostamos do Senna por causa das poles, vitórias, títulos e recordes… e, sim, por causa da vontade dele em alcançar isso tudo. Ele quis, ele trabalhou, ele conseguiu.
Certa feita, eu li em algum livro que ídolos são aquelas pessoas que nós desejaríamos ser, que fazem aquilo que queríamos fazer, que nos inspiram a continuar buscando alcançar isso aí. Oxalá muitos terem a mesma vontade e determinação que Senna teve para conseguir o que conseguiu.
Trailer do Filme
(Senna) Reino Unido, 2010. Direção: Asif Kapadialo. Duração: 107 min.
Leia uma crítica do filme por críticos de cinema no Omelete.
Povo.
Fernando Alonso disse, segundo o Galvão Bueno, que ele queria uma corrida “bem chatinha”. E foi assim… bem chatinha… pista ridiculamente ruim para a F1. Já que estão com muita grana por lá (eu ouvi o Galvão falar em 40 bilhões de dólares), desmancha e faz outra, purrrrrrrrr favor. Fica a dica!
Ah, claro… a corrida foi chata, mas, o resultado final foi ótimo!

Número 1: Largada do Button.
Foi que foi e deixou o Alonso na saudade logo na 1ª curva. Era o máximo e o mínimo que ele poderia fazer para ajudar o Hamilton a ser campeão, afinal, não vamos torcer para o “gente-boa” Button (aproveitando que hoje eu tô no ritmo de parafrasear Galvão Bueno) bater na Ferrari e nas 2 Red Bull.
Número 2: Batidinha de Webber na mureta.
Pipoqueiro do mais alto grau. Olha, lamento pelo desempenho dele. Eu e muita gente pelo mundo. Foi mal nos treinos, foi muito mal na corrida, chegando a quase botar tudo fora de vez com uma escostada numa das muretas de Abu Dhabi. Em momento algum ele demonstrou querer o título. Está certo que o australiano sabia (ou imaginava) que não superaria Vettel, o “queridinho da equipe” e que não teria jogo de equipe. Mas, merecedor de título deve esquecer todas as adversidades e mandar ver. Não apreciamos em Abu Dhabi o piloto brigador de Silverstone. É uma nota triste.
Número 3: Alonso mais de 30 voltas atrás de Petrov.
O espanhol precisava ultrapassar. O engenheiro o alertou disso na 5ª volta atrás da Reno do Russo. E não aconteceu, visse. Teve até reclamação do Alonso depois da bandeira. Galera, sério, só não dou (os piores) adjetivos para o vice-campeão, não lhe dou (os piores) locais para ir, nem mando ele fazer (as piores) coisas, porque do jeito que ele é uma xiliquenta e adora um Tapetão, capaz de ele me processar.

Número 4: McLaren e Reno como decisivas ao título.
Que boa corrida da Reno! Acertou bem a estratégia e seus dois pilotos foram muito competentes, tanto o Petrov, que correu toda a prova com o mesmo pneu, quanto o Kubika, que salvou o seu calçado se defendendo do atirado Hamilton. A McLaren, aliás, foi uma bela protagonista da disputa do título de pilotos. Após uma 2ª metade do campeonato bem apagada, acende em Abu Dhabi e deixa a Ferrari a ver navios.
Número 5: Vettel vence e é campeão!
Quem acompanha a F1 sabe que um campeão é feito de sorte e competência. A competência, que o Vettel tem de sobra, pode fazer que a sorte nem seja necessária. Não foi o caso em 2010. Precisando de uma combinação de resultados e da vitória, o alemão fez a parte dele e ficou na maior torcida para que acontecesse o resto. E aconteceu! Citando Pasteur, “a sorte só aparece para quem trabalha”. Vettel trabalhou e o fez bem… e a sorte veio.
Muitos torciam por ele no começo… seus maus hábitos dentro da pista o fizeram perder credibilidade, consequentemente, torcedores… só que ele tá aí… campeão de Fórmula 1, para a alegria dos que ainda torciam e dos que acreditaram lá no começo do ano.
Número 6: Pódio para foto
Não poderia terminar mais bonito. No pódio da última corrida, os 3 mais recentes campeões da Fórmula 1. Bacana!

Assim termina mais uma temporada de F1. Ficaremos por quase 4 meses sem ela. Sem problemas, estamos acostumados.
Agora, claro, todos os batimentos cardíacos dedicados à reta final do Brasileirão. HAHAHA!
FILOSOFIA GALVÃO BUENO
“Quem ganha é o esporte”.
Verdade, a Red Bull fez muito bem! Quem um dia imaginaria isso na F1?








Povo.
Eu dissera nos post de Melhores Momentos do GP da Coreia que esperava escrever várias situações boas do GP Brasil. Entretanto, careceu-se de algum piloto arrojado o suficiente para mostrar serviço, como Schumi, Raikonnen, Button e Kobayashi já fizeram nessa era de “Interlagos-Final-de-Campeonato”. Isso que dá ter um piloto que tem o regulamento da competição cheirando a suvaco disputando o título. Rezo para em Abu Dhabi termos as mesmas voltas finais do GP Brasil, os 3 embolados e as chances de título fervilhando na cabeça para ver (parafraseando Collor) quem tem aquilo roxo.
Fonte: EFE
Número 1: Largada de Vettel.
Lado sujo da pista suja é o escambal! O alemão não fica esperando as coisas caírem no colo. Tem um carro fraco do lado e vai ser na primeira curva, mesmo! Depois, com o melhor carro da temporada, é controlar o equipamento, coisa que ele não demonstrou fazer muito bem este ano. Não foi o caso dessa vez. Vettel tem gana por conquistas e isso nos fará o admirar mais nos próximos anos.
Número 2: Webber decide-se na primeira chance.
Saindo da terceira posição, era pouco provável que o australiano pudesse pular de lugar no “S do Senna”. Mas, no Lago ele poderia e o fez muito bem. Boa manobra, também mostrou determinação e não titubeou. Só falta ele ser melhor que o Vettel em Abu Dhabi. Os dois pilotos da Red Bull revezaram os bons momentos ao longo do ano: ora um era melhor, ora era o outro. Isso foi saudável para o Circo da F1. Por isso que a maioria não torce por Alonso, que míngua todos os companheiros de equipe.
Número 3: Alonso demora, mas, ultrapassa Hulkemberg.
Com Hulkemberg largando na pole position era garantia de umas 5 boas brigas no início da prova. Mas, o rapaz não é o Kobayashi de 2009 e não conseguiu mostrar habilidade ao volante. Foi isso que o burocrático e excessivamente cuidadoso Alonso aproveitou. Bonita ultrapassagem, sim, porém, já vi gente com mais apetite pra cima de novatos (vide Vettel e Webber nessa mesma prova). O espanhol não consegue empolgar a galera nos finais de temporada, realmente.
Fonte: AFP
Número 4: Hamilton e suas sinas.
O campeão de 2008 tem umas manias concretizadas na F1. Sempre pipoca nos finais de temporada e Interlagos é uma pista-vilã implacável a ele. Nunca vai bem ali, nunca. Ganhou o seu único título no Brasil com as calças na mão, por detalhe (chamado Glock). Outra vez, nas primeiras voltas de hoje, ele comete um erro e facilita pra Alonso. Culpa do carro… ou seria da falta de sintonia com a nossa pista?
Número 5: Rubinho e seus pit stops no Brasil.
Isso mesmo! Barrica, além de ter tomado uma sova do companheiro no treino classificatório, teve sua maldição ativada outra vez. No Brasil, não adianta, Rubens sempre vai ter um problema, sempre, sempre, sempre. Cara, sério, carrega uma folhinha de arruda e joga um sal grosso nos boxes pra ver se ajuda nos próximos anos. Sim, porque ele vai correr até se aposentar pelo INSS… e a gente sabe que isso demora, amigo.
Número 6: O embolado grupo de retardatários no final em Interlagos.
Veio o Safety Car, saiu o Safety Car e rolou uma mistureba de gente de ponta e retardatários brigando por posição nas 20 voltas finais. Bacana, o maravilhoso traçado de Interlagos possibilita brigas por posição a cada volta e, digo mais, o fato de ser uma pista curta (1 min. e 14 por volta de média) faz termos a todo momento essa adrenalina de disputa por posição; são 71 voltas, ou melhor, 71 vezes que temos a possibilidade de ver ultrapassagens.
Aquele bolo de gente em busca de uma posição a mais foi interessante. Pena ser de gente que não vale mais nada no campeonato e por posições que sequer valiam pontos.
Fonte: EFE
É isso! Até que aconteceram algumas coisas legais… essa, claro, é uma impressão de quem viu pela TV. Agora, sem sombra de dúvida, pra quem estava no autódromo, foi um belíssimo espetáculo em 71 oportunidades.
FILOSOFIA GALVÃO BUENO
by Sr. Anônimo dos comentários
"Eu já sabia dessa. Só estava botando pilha em vocês".
Ele falando para Burti e Reginaldo (depois de uma pergunta tosca sobre a briga interna na Red Bull). Mais babaca, impossível.
Decisão no fim de semana que vem.
Até lá!





Povo.
Aqui no Blog, exatamente 1 ano atrás, Halle Marques começava um post assim:
“Galerinha de todo o Brasil, bom dia. Jules arrumou um problema violento pra ele”.
Por acaso, o Blog não tinha recebido postagens fazia 13 dias; que eu me lembre, o maior período sem posts do nosso site aqui.
No dia de hoje, 2 de novembro de 2010, faz exatamente 1 ano que o BATracer sofria sua até então única derrota nesse mundo virtual.
A Ferrari (essa mesma que você conhece), por conta do uso indevido do nome e imagens da referida marca, faria o BATracer mudar todos os desenhos e nomes e, consequentemente, até reduzir o número de carsets disponíveis, deixando o jogo com menos graça, com menos sal.
Ficamos sem BATracer por alguns dias por conta disso, se eu não me engano, até o dia 5 de novembro… uma tragédia!
Visto isso tudo, muitos jogadores abandonaram a brincadeira e outros improvisaram scripts que faz voltar os nomes originais… mas, não os desenhos.
Tal dia, coincidentemente o de Finados (que celebra a vida dos que se foram), foi chamado de Red Monday por nós e, provavelmente, não será esquecido tão cedo.

Para quem quer relembrar bem melhor como foi a data para os viciados jogadores brazucas do clã BWL, seguem os links:
. Ferrari vs BATracer: Halle anunciava a todos porque o BAT estava off.
. Podcast BWL 10: gravado dias antes e publicado no dia 2 de novembro (conforme prometido aos ouvintes) após o do Halle , nós ensinávamos como jogar BATracer, para atrair novos jogadores e ajudar novatos nesse joguinho que tanto gostávamos.
. Montezemolo entrevista: começaram as brincadeiras sobre o caso;
. Ferrari vs BATracer (2): Halle anunciava a volta do jogo para breve e quais seriam as mudanças.
. Podcast BWL 11: Comentamos muito sobre o Red Monday. Vale à pena!
. Voltou!!!: Post de 19 de março deste ano, quando o Red Monday ameaçou voltar… mas, não foi o caso.
É isso!
Longe de comemorar ou lamentar a data, este post é só para manter esse pedaço importante da história do clã BWL.
Valeu!
Povo.
Saudamos, portanto, o tricampeão do Troféu Gesser:
BRUNO SENS CHANG
E congratulamos a equipe campeã, também:
BRUNO SENS CHANG e LUCAS OLIVEIRA
(McLaren – F1 1986)
A tabela completa da edição VII é esta:
Comentários gerais além dos 8+!
Ainda bem, o argentino Flavio Seno ficou na posição de bobo e não participou dos “Os 8 que salvam”.
A Ferrari, uma equipe boa nesse carset, decepcionou a sua torcida.
Munhozes não sabe se fez 9 ou 6 pontos.
Carlos Cezar, único em equipe fuleira, salvou um belíssimo 11º lugar.
Nossos pêsames ao Cabral que não fez ponto algum e encerrou líder da Turma do Fundão.
Estatísticas!
. 61% do grid venceu ao menos 1 vez! Considerando que são 16 etapas, é um bom número.
. Bruno China venceu mais: 3 tentos! Cheater que é, as 2 últimas corridas foram vitórias dele.
. Só 3 pilotos não tomaram champanhota.
. Bruno China teve mais pódios: 7 vezes! Só que o cheater fez assim: 6 destes foram nas 7 últimas etapas, nenhum 3º lugar.
. Cabral chegou em 7º lugar por 2 vezes. Foi sua melhor posição e por isto que ficou sem pontos afinal (pontuam os 6 melhores).
. Diego Leds fez 6 pole positions!
. Um vice completo! Tassi ficou em segundo nos pontos, no nº de vitórias, no nº de pódios e no nº de poles.
. Tassi só teve a melhor média de posição de largada. Incríveis 2,4!!! Como é que ele foi perder o título se a média do China foi altos 7,3 (a 6ª melhor marca)?
. Tassi fez poles 4 poles nas 4 primeiras etapas e sua pior colocação inicial foi um único 5º posto em Hockenheim.
. Bruno China abandonou menos: 1 veizinha!
. Hugo Chaves não chegou ao fim em metade das corridas.
. A equipe de China e Orly venceu 4 vezes, teve 10 pódios e 1 pole.
É isso, povo!
Até o próximo Troféu Gesser, com o carset F1 2010!
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