Saudades da Minardi...
Etapa 4: Barcelona
.Parece que em Barcelona as coisas mudariam, pois no Qualify Munhoz (Red Bell) é o primeiro de equipe média a largar na ponta. Botelho (McLewis) larga em segundo e Oliveira largaria em terceiro, completando o pódio (caso qualify tivesse pódio). Tassi (Hyper Oguri) completa a segunda fila, com Lira (Wallace) e Leds (Toyama) fazendo a terceira fila.
.Na largada (geralmente a parte mais importante da corrida de Barcelona) não temos grandes incidentes; apenas Raitz (P7) larga mal e cai pra antepenúltimo (Fabrício Santos (P22) também larga mal, mas como está em último nem faz tanta diferença) e há uma colisão entre Trevizan e Leds (P6) mas nenhum dos dois é afetado. Lira larga muito bem e vai pra terceiro, Trevizan (P8) também larga muito bem pulando pra quinto com batida e tudo. Na volta 4, Oliveira (P4) se recupera e passa Lira, ficando em terceiro. Duas voltas depois, Raitz tem algum problema com a asa traseira e perde algum tempo, enquanto Lira (P4) e Hugo Chaves (P11) tem problemas na curva SEAT (Hugo tem seu carro seriamente avariado pro causa disso). O tempo vai mudando vagarosamente. Volta 8, e Marcus Ribeiro (P7) passa as duas Hyper Oguri na mesma volta (Tassi primeiro e Aguiar depois), e nessa mesma volta
.A prova se segue intensa na parte da frente do grid, com os dez primeiros separados por menos de sete segundos. Rafael Matheus (P13) abandona após ficar encaixado na caixa (muito bom esse trocadilho) e Marcus Ribeiro (P4) é o primeiro a trocas os pneus pra intermediários. Após os outros oponentes verem que foi um bom negócio, houve peregrinação em direção aos boxes para adiantar a priameira parada; enquanto isso Lira (P3 até então) erra na Elf e danifica (um pouquinho) seu carro.
.Na volta 25, com quase todos de pneus intermediários já; Oliveira (P9) e Trevizan se enroscam, com Oliveira abandonado a corrida. Nesse ponto, Botelho foi quem melhor aproveitou as paradas e estava em primeiro, com Marcus Ribeiro muito próximo; Lucas Ribeiro (P3) vinha a dois segundos dos dois, com Tartaglia (P4) e Aguiar (P5) mais atrás. Munhoz (P6) ficou pra trás e virando tempos muito altos (quinze segundos dos líderes), Fabrício Santos surgiu na sétima posição e Lira (P8) ainda resiste com seu carro avariado. Na volta 30, eu (P19) faço uma lindíssima ultrapassagem em Hugo Chaves em um ponto não muito usado pra ultrapassagens (A New Hollando Corner). Os carros que estão pra três paradas vão fazendo seus pit stop's, nisso Marcus Ribeiro passa Botelho e Munhoz se recupera com sua estratégia pra duas paradas. O carro de Botelho volta dos pits sem um bom rendimento, e é ultrapassado por Lucas Ribeiro (P3) e Tartaglia (P4).
.O povo que vai pra duas paradas faz seu pit stop final e alguns arriscam a por pneus Full Wet, pois a chuva só aumentava; e, enquanto o povo se decidia entre Inters e Full Wet, Tartaglia (P6) também fica encaixado na Caixa (tive a audácia de fazer esse trocadilho novamente), abandona a prova e chama o safety-car. Volta 57 e todos relargam após pararem. Pneus Full Wet se mostraram boa escolha e quem ficou de Inters perdeu tempo (e posições por consguinte). Na volta 61, Tassi (P8 até então) erra na curva Renault, e é condenado a apenas arrastar seu bólido ela pista. E não há tempo pra mais muita coisa: Lucas Ribeiro (que voltou em primeiro no último lance de paradas) vence! Botelho passa em segundo, Aguiar em terceiro, Marcus Ribeiro em quarto e Leds em quinto.
Lucas Ribeiro em sua primeira vitória
Etapa 5: Mônaco
.No glamuroso Grande Prêmio de Mônaco, que sempre reserva algumas supresas, Leds (Toyama) larga na pole e Wernay (Bavarian Bauber) na vice-pole. Segunda fila é loteada por Raitz (McLewis) e Oliveira (Team Wales). Terceira fila é de Tartaglia (Toyama) e Lucas Ribeiro (Team Wales).
.Na Largada Wernay, Pontes (P9) e Rafael Matheus (P19) largam mal. Lucas Ribeiro executa o mesmo movimento de vôo que Hugo Chaves fez no BahRain e pula de sexto pra primeiro, com direito a batida com Leds (Leds abandona a prova, enquanto Lucas Ribeiro assume a ponta com oito segundos de vantagem pra Wernay). Pontes (P9, mesmo largando mal) tem problemas na embragem e perde um bom tempo na volta (desgraça tem que vir à rodo mesmo...). No mais, até a primeira janela de pit stop, os pilotos ficam bloqueando uma ou outro; uma ou outra ultrapassagem (Marcus Ribeiro, P5, em Tartaglia na volta 6; Aguiar, P11, em Munhoz na volta 7). A primeira parada acontece na volta 18, com Wernay (P2) e Aguiar (P10). Na volta 24, Botelho (P13) colide com Aguiar, e Aguiar perde um bom tempo na volta.
.A corrida não muda muito, todos se bloqueiam mesmo depois das paradas realizadas. Enquanto isso, Wernay volta da parada na ponta, com as duas Team Wales pouco atrás (Lucas Ribeiro e Lucas Oliveira, respectivamente), Raitz em quarto e Marcus Ribeiro em quinto. Volta 31 e Tassi erra na Nouvelle Chicane (aquela que o Galvão chama de Chicane do Porto) e fica com meio carro na pista; três voltas depois, ele colide com Rafael Matheus (P18), e tira seu oponente da prova, enquanto seu carro continua com o mesmo grau de avaria. As voltas vão se sucedendo e a segunda janela de pit stop's se abre, e enquanto os pilotos param, o sistema de combustível de Wernay (P3 até então) desiste de funcionar e ele abandona a prova na volta 53, chamando sim, ele mesmo, o safety-car.
.O povo que num tinha parado parou, e na volta 57 a bandeira verde voltou a ser agitada. Parece que a bandeira amarela fez os pilotos ficarem braço duro de repente, pois uma sucessão de erros acontece: Santos (P13) fica com o carro avariado após bater na última curva da volta 59, Tartalgia (P8) faz uma parada extra após bater na Mirabeau (volta 60), Pontes (P7) perde mó tempão após errar na Rascasse (volta 66), Botelho e Munhoz se tocam brigando pela P9 e os dois perdem tempo na volta 74, e Hugo Chaves (P5) perde tempo após errar na Nouvelle Chicane da volta 75. Mas quem passa incólume por tudo isso é Oliveira, que ganhou a primeira posição num jogo de equipe da volta 59 e vence a corrida! Seu mate Lucas Ribeiro termina em segundo, e Raitz compelta o pódio. No quarto lugar passa Trevizan (!!!!) em sua HR e Lira passa em quinto.
Oliveira ficou com inveja e venceu uma etapa depois de Lucas Ribeiro
Etapa 6: Montreal
.Corrida sempre cheia de grandes emoções a do Canadá. E no Qualify a Bavarian Bauber volta a fazer pole com Wernay. Santos (Reno) larga em segundo, Tassi (Hyper Oguri) em terceiro e Lucas Ribeiro (Team Wales) em quarto. Na terceira fila vem Tricolor (Bavarian Bauber) e Hugo Chaves (Red Bell).
.A largada foi dada enquanto o Twister passava pela pista. Primeiro e segundo largam mal, Trevizan (P10) e Tartaglia (P12) também. Alguns tentam algo ousado e largam de pneus pra ista seca, mas os trocam antes da segunda volta, e no meio disso tudo Raitz colide com Rafael Matheus pela P11, Raitz fará uma parada extra e Matheus perde um tempo precioso. Nessa confusão toda, Lucas Ribeiro pula pra ponta, Hugo Chaves vai pra segundo e Tassi continua em terceiro. Boutsen (tá certo?) ganha oito posições na largada, mas o recorde de boa largada na superliga é de Lira, também nessa prova, ganhando """só""" dez posições. Na volta seguinte, Hugo Chaves se redime da boa largada, bate entre as curvas oito e nove e abandona a prova. Após algumas voltas o Twister vai saindo da pista e os pilotos se empolgam com as coindições adversas fazendo um monte de ultrapassagens. Na volta 8, acontece uma batida entre os então líderes da prova, Lucas Ribeiro (P1) e Tassi (P2), Lucas Ribeiro abandona a prova e Tassi perde algum tempo na pista.
.A corrida segue animada, e na volta 15 as posições em corrida eram: Marcus Ribeiro, Aguiar, Oliveira, Santos, Rafael Matheus, Tassi, Tricolor, Lira, Leds e Wernay. Com o tempo melhorando, alguns carros tentam dar o pulo do gato adiantando a primeira parada e colocar intermediários. Aguiar e Botelho, estranhamente, previu a chuva e tem o melhor setup. Os pneus intermediários se mostram a melhor escolha quando Oliveira (inters)(P2) é ultrapassado por Marcus Ribeiro(wet), na volta 23; logo carros com pneus Intermediários começaram a se sobressair contra os Full Wet e na volta 35 a classificação era: Marcus Ribeiro (inters), Rafael Matheus (inters), Aguiar (wet), Oliveira (wet), Boutsen (inters), Santos (wet), Tassi (wet), Lira (inters), Tricolor (wet). (Atualizei novamente a classificação pra vocês perceberem que a corrida mudou quase que completamente em 20 voltas).
.Na volta 38, Boutsen (P5) passa Rafael Matheus recém saído dos boxes. Santos(P7) tem problemas na aceleração do carro e perde algum tempo na volta para se estabilizar. Na volta 47, Oliveira erra na Virage Senna e cai fora da corrida. Nessa altura do campeonato todos se resignam e colocam pneus intermediários, mas nessa altura da corrida (volta 55) Marcus Ribeiro já tinha 17 segundos de vantagem pra Boutsen, 22 segundos pra Marcus Ribeiro e Aguiar (P3 e P4, respectivamente) e mais de um minuto de diferença pra Lira e Tassi (P5 e P6, respectivamente) e uma volta de diferença pra Santos (P7).
.Na volta 60, Aguiar passa Rafael Matheus e Tassi passa lira na volta seguinte. Três voltas depois, Tassi (P5) erra na Virage Senna e perde a posição novamente pra Lira. Boutsen tempo correr atrás do lucro virando um segundo e meio mais rápido que o líder, mas não havia tempo e Marcus Ribeiro vence! Boutsen termina em segundo (um segundo atrás), Aguiar passa em terceiro, Rafael Matheus em quarto e Lira em quinto.
Marcus Ribeiro vencendo na chuva
.Até aquele momento, após as seis etapas, ficarei devendo a classificação, pois o batracer decidiu num pegar a essa hora.
.É isso pessoas, fim essa review. A próxima conterá a briga da segunda etapa da superliga até o meio do campeonato, como é que foram as coisas? Nos vemos lá (ou não).







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