Brazil With Lasers (Catch Us If You Can)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

BWL Superliga - GP07 -Etapas 4, 5 e 6.

.É pessoas, depois das corridas na primeira parte não européia do campeonato, vamos para as primeiras disputas na Europa. E aí vão mais três reviews das etapas de Barcelona, Mônaco e Montreal.

Saudades da Minardi...


Etapa 4: Barcelona
.Parece que em Barcelona as coisas mudariam, pois no Qualify Munhoz (Red Bell) é o primeiro de equipe média a largar na ponta. Botelho (McLewis) larga em segundo e Oliveira largaria em terceiro, completando o pódio (caso qualify tivesse pódio). Tassi (Hyper Oguri) completa a segunda fila, com Lira (Wallace) e Leds (Toyama) fazendo a terceira fila.

.Na largada (geralmente a parte mais importante da corrida de Barcelona) não temos grandes incidentes; apenas Raitz (P7) larga mal e cai pra antepenúltimo (Fabrício Santos (P22) também larga mal, mas como está em último nem faz tanta diferença) e há uma colisão entre Trevizan e Leds (P6) mas nenhum dos dois é afetado. Lira larga muito bem e vai pra terceiro, Trevizan (P8) também larga muito bem pulando pra quinto com batida e tudo. Na volta 4, Oliveira (P4) se recupera e passa Lira, ficando em terceiro. Duas voltas depois, Raitz tem algum problema com a asa traseira e perde algum tempo, enquanto Lira (P4) e Hugo Chaves (P11) tem problemas na curva SEAT (Hugo tem seu carro seriamente avariado pro causa disso). O tempo vai mudando vagarosamente. Volta 8, e Marcus Ribeiro (P7) passa as duas Hyper Oguri na mesma volta (Tassi primeiro e Aguiar depois), e nessa mesma volta Leds João Felipe (P16) colide com Dantas e os dois vão pros pits arrumar as avarias do carro.

.A prova se segue intensa na parte da frente do grid, com os dez primeiros separados por menos de sete segundos. Rafael Matheus (P13) abandona após ficar encaixado na caixa (muito bom esse trocadilho) e Marcus Ribeiro (P4) é o primeiro a trocas os pneus pra intermediários. Após os outros oponentes verem que foi um bom negócio, houve peregrinação em direção aos boxes para adiantar a priameira parada; enquanto isso Lira (P3 até então) erra na Elf e danifica (um pouquinho) seu carro.

.Na volta 25, com quase todos de pneus intermediários já; Oliveira (P9) e Trevizan se enroscam, com Oliveira abandonado a corrida. Nesse ponto, Botelho foi quem melhor aproveitou as paradas e estava em primeiro, com Marcus Ribeiro muito próximo; Lucas Ribeiro (P3) vinha a dois segundos dos dois, com Tartaglia (P4) e Aguiar (P5) mais atrás. Munhoz (P6) ficou pra trás e virando tempos muito altos (quinze segundos dos líderes), Fabrício Santos surgiu na sétima posição e Lira (P8) ainda resiste com seu carro avariado. Na volta 30, eu (P19) faço uma lindíssima ultrapassagem em Hugo Chaves em um ponto não muito usado pra ultrapassagens (A New Hollando Corner). Os carros que estão pra três paradas vão fazendo seus pit stop's, nisso Marcus Ribeiro passa Botelho e Munhoz se recupera com sua estratégia pra duas paradas. O carro de Botelho volta dos pits sem um bom rendimento, e é ultrapassado por Lucas Ribeiro (P3) e Tartaglia (P4).

.O povo que vai pra duas paradas faz seu pit stop final e alguns arriscam a por pneus Full Wet, pois a chuva só aumentava; e, enquanto o povo se decidia entre Inters e Full Wet, Tartaglia (P6) também fica encaixado na Caixa (tive a audácia de fazer esse trocadilho novamente), abandona a prova e chama o safety-car. Volta 57 e todos relargam após pararem. Pneus Full Wet se mostraram boa escolha e quem ficou de Inters perdeu tempo (e posições por consguinte). Na volta 61, Tassi (P8 até então) erra na curva Renault, e é condenado a apenas arrastar seu bólido ela pista. E não há tempo pra mais muita coisa: Lucas Ribeiro (que voltou em primeiro no último lance de paradas) vence! Botelho passa em segundo, Aguiar em terceiro, Marcus Ribeiro em quarto e Leds em quinto.

Lucas Ribeiro em sua primeira vitória


Etapa 5: Mônaco
.No glamuroso Grande Prêmio de Mônaco, que sempre reserva algumas supresas, Leds (Toyama) larga na pole e Wernay (Bavarian Bauber) na vice-pole. Segunda fila é loteada por Raitz (McLewis) e Oliveira (Team Wales). Terceira fila é de Tartaglia (Toyama) e Lucas Ribeiro (Team Wales).

.Na Largada Wernay, Pontes (P9) e Rafael Matheus (P19) largam mal. Lucas Ribeiro executa o mesmo movimento de vôo que Hugo Chaves fez no BahRain e pula de sexto pra primeiro, com direito a batida com Leds (Leds abandona a prova, enquanto Lucas Ribeiro assume a ponta com oito segundos de vantagem pra Wernay). Pontes (P9, mesmo largando mal) tem problemas na embragem e perde um bom tempo na volta (desgraça tem que vir à rodo mesmo...). No mais, até a primeira janela de pit stop, os pilotos ficam bloqueando uma ou outro; uma ou outra ultrapassagem (Marcus Ribeiro, P5, em Tartaglia na volta 6; Aguiar, P11, em Munhoz na volta 7). A primeira parada acontece na volta 18, com Wernay (P2) e Aguiar (P10). Na volta 24, Botelho (P13) colide com Aguiar, e Aguiar perde um bom tempo na volta.

.A corrida não muda muito, todos se bloqueiam mesmo depois das paradas realizadas. Enquanto isso, Wernay volta da parada na ponta, com as duas Team Wales pouco atrás (Lucas Ribeiro e Lucas Oliveira, respectivamente), Raitz em quarto e Marcus Ribeiro em quinto. Volta 31 e Tassi erra na Nouvelle Chicane (aquela que o Galvão chama de Chicane do Porto) e fica com meio carro na pista; três voltas depois, ele colide com Rafael Matheus (P18), e tira seu oponente da prova, enquanto seu carro continua com o mesmo grau de avaria. As voltas vão se sucedendo e a segunda janela de pit stop's se abre, e enquanto os pilotos param, o sistema de combustível de Wernay (P3 até então) desiste de funcionar e ele abandona a prova na volta 53, chamando sim, ele mesmo, o safety-car.

.O povo que num tinha parado parou, e na volta 57 a bandeira verde voltou a ser agitada. Parece que a bandeira amarela fez os pilotos ficarem braço duro de repente, pois uma sucessão de erros acontece: Santos (P13) fica com o carro avariado após bater na última curva da volta 59, Tartalgia (P8) faz uma parada extra após bater na Mirabeau (volta 60), Pontes (P7) perde mó tempão após errar na Rascasse (volta 66), Botelho e Munhoz se tocam brigando pela P9 e os dois perdem tempo na volta 74, e Hugo Chaves (P5) perde tempo após errar na Nouvelle Chicane da volta 75. Mas quem passa incólume por tudo isso é Oliveira, que ganhou a primeira posição num jogo de equipe da volta 59 e vence a corrida! Seu mate Lucas Ribeiro termina em segundo, e Raitz compelta o pódio. No quarto lugar passa Trevizan (!!!!) em sua HR e Lira passa em quinto.

Oliveira ficou com inveja e venceu uma etapa depois de Lucas Ribeiro


Etapa 6: Montreal
.Corrida sempre cheia de grandes emoções a do Canadá. E no Qualify a Bavarian Bauber volta a fazer pole com Wernay. Santos (Reno) larga em segundo, Tassi (Hyper Oguri) em terceiro e Lucas Ribeiro (Team Wales) em quarto. Na terceira fila vem Tricolor (Bavarian Bauber) e Hugo Chaves (Red Bell).

.A largada foi dada enquanto o Twister passava pela pista. Primeiro e segundo largam mal, Trevizan (P10) e Tartaglia (P12) também. Alguns tentam algo ousado e largam de pneus pra ista seca, mas os trocam antes da segunda volta, e no meio disso tudo Raitz colide com Rafael Matheus pela P11, Raitz fará uma parada extra e Matheus perde um tempo precioso. Nessa confusão toda, Lucas Ribeiro pula pra ponta, Hugo Chaves vai pra segundo e Tassi continua em terceiro. Boutsen (tá certo?) ganha oito posições na largada, mas o recorde de boa largada na superliga é de Lira, também nessa prova, ganhando """só""" dez posições. Na volta seguinte, Hugo Chaves se redime da boa largada, bate entre as curvas oito e nove e abandona a prova. Após algumas voltas o Twister vai saindo da pista e os pilotos se empolgam com as coindições adversas fazendo um monte de ultrapassagens. Na volta 8, acontece uma batida entre os então líderes da prova, Lucas Ribeiro (P1) e Tassi (P2), Lucas Ribeiro abandona a prova e Tassi perde algum tempo na pista.

.A corrida segue animada, e na volta 15 as posições em corrida eram: Marcus Ribeiro, Aguiar, Oliveira, Santos, Rafael Matheus, Tassi, Tricolor, Lira, Leds e Wernay. Com o tempo melhorando, alguns carros tentam dar o pulo do gato adiantando a primeira parada e colocar intermediários. Aguiar e Botelho, estranhamente, previu a chuva e tem o melhor setup. Os pneus intermediários se mostram a melhor escolha quando Oliveira (inters)(P2) é ultrapassado por Marcus Ribeiro(wet), na volta 23; logo carros com pneus Intermediários começaram a se sobressair contra os Full Wet e na volta 35 a classificação era: Marcus Ribeiro (inters), Rafael Matheus (inters), Aguiar (wet), Oliveira (wet), Boutsen (inters), Santos (wet), Tassi (wet), Lira (inters), Tricolor (wet). (Atualizei novamente a classificação pra vocês perceberem que a corrida mudou quase que completamente em 20 voltas).

.Na volta 38, Boutsen (P5) passa Rafael Matheus recém saído dos boxes. Santos(P7) tem problemas na aceleração do carro e perde algum tempo na volta para se estabilizar. Na volta 47, Oliveira erra na Virage Senna e cai fora da corrida. Nessa altura do campeonato todos se resignam e colocam pneus intermediários, mas nessa altura da corrida (volta 55) Marcus Ribeiro já tinha 17 segundos de vantagem pra Boutsen, 22 segundos pra Marcus Ribeiro e Aguiar (P3 e P4, respectivamente) e mais de um minuto de diferença pra Lira e Tassi (P5 e P6, respectivamente) e uma volta de diferença pra Santos (P7).

.Na volta 60, Aguiar passa Rafael Matheus e Tassi passa lira na volta seguinte. Três voltas depois, Tassi (P5) erra na Virage Senna e perde a posição novamente pra Lira. Boutsen tempo correr atrás do lucro virando um segundo e meio mais rápido que o líder, mas não havia tempo e Marcus Ribeiro vence! Boutsen termina em segundo (um segundo atrás), Aguiar passa em terceiro, Rafael Matheus em quarto e Lira em quinto.
Marcus Ribeiro vencendo na chuva

.Até aquele momento, após as seis etapas, ficarei devendo a classificação, pois o batracer decidiu num pegar a essa hora.

.É isso pessoas, fim essa review. A próxima conterá a briga da segunda etapa da superliga até o meio do campeonato, como é que foram as coisas? Nos vemos lá (ou não).

sábado, 26 de novembro de 2011

BWL Superliga - Segunda etapa: GP07. Etapas 1, 2 e 3.

.Oi pessoas do clã, a segunda etapa começou (bem, já tá na metade) e vejamos como fora as corridas até o momento e o que aconteceu de relevante nelas.

.Pra começar, tem uma novidade: será colocado um fator de correção colocado na pontuação de cada piloto. Os pilotos de equipe grande (Lucas Ribeiro, Lucas Oliveira, Jorge Botelho, Ismael Raitz, Renan Tricolor e Matheus Wernay) terão sua pontuação multiplicada por 0,75; os pilotos de equipe pequena (Leon Pontes, Alan Trevizan, Rafael Matheus e João Felipe) terão sua pontuação multiplicado por 1,25 e os demais permanecerão com sua pontuações normais.

Ressucitando a tradição de por boas grid girls nas reviews

.Corrida 1: Melbourne
.Logo no qualify da primeira corrida, a dupla da Bavarian Bauber largaram na frente (Wernay e Tricolor, respectivamente). Em seguida, largou a dupla da Roro Torso (!!)(Pontes e Trevizan, respectivamente) e a dupla da McLewis (Botelho e Raitz, respectivamente).

.Na corrida muita gente largou mal, mas ninguém abandona e os três primeiros se mantém, mas na volta seguinte, Raitz(P4) já consegue a posição de Pontes e a de Wernay (P2) na volta 4. Após dez voltas de muitas disputas mais no meio do pelo meio do pelotão e os líderes dispararem na frente pq o Pontes (P4) segurou meio grid, João Felipe (P21) foi o primeiro a abandonar depois de bater na curva 13. Duas voltas depois acontece a primeira batida, de Hugo Chaves (P9) com Trevizan; O piloto da Roro Torso sai da corrda e Hugo continua na corrida com meio carro, e Tartaglia abandona a prova após errar na curva 15. Na volta 15 o povo começa a parar, e Wernay(P3) pára mais rápido que Raitz e reassume a vice-liderança. Na volta 23, Munhoz(P16) e Marcus Ribeiro se envolvem numa batida, onde Munhoz abandona e Marcus Ribeiro segue incólume.

.A monotonia da corrida continua até a volta 32, onde Wernay se confunde com a embreagem, perdendo tempo e a posição pra Raitz. Na 34, Matheus (P14) se enrosca com Oliveira (P13) e continuará se arrastando com meio carro pela pista; e uma volta depois nova batda de Marcus Ribeiro (P16) colide comigo (P15) e, como sempre, fui injustiçado saindo da corrida e Marcus Ribeiro seguindo como se nada tivesse acontecido. A janela pra segunda parada (pr'aqueles que precisam dela) chega e Leon Pontes tem seu motor quebrado antes de parar, enquanto Marcus Ribeiro erra na última curva (pô, essa curva é mó fácil) da volta 40 e chama o safety-car pela primeira vez na etapa. Quem não tinha parado, parou, a prova recomeçou na volta 45 e Lucas Ribeiro (P6) passou voando por Leds (P5) e Pontes (P4) assumindo a quarta posição. A corrida vinha sem emoção até Hugo Chaves mostrar as garras batendo em Aguiar(P9), que teve que parar pra arrumar o carro; e abandonando depois de bater em Oliveira(P9).

.E é isso, dobradinha da Bavarian Bauber com Tricolor em primeiro e Wernay (ganhando a posição de Raitz nos pits de novo) em segundo. Raitz se contenta com o terceiro, Lucas Ribeiro com o quarto lugar e Leds com o quinto lugar. E muitos "corrida de merda" se ouviu pelo padoque.



Corrida 2: Sepang
.Na corrida malaia Wernay consegue outra pole, comigo em segundo e Tricolor em terceiro. Fabrício Santos (P4), Botelho (P5) e Tartaglia completam as três primeira filas.

.Na largada Botelho(P5) já se enrosca com Tartaglia e abandona, enquanto Tartaglia tem que arrumar seu carro nos pits. A prova se seguiu com Wernay abrindo grande diferença enquanto eu segurava boa parte do grid, e assim se seguiu até a primeira janela de pit stop. Durante essa janela, Tricolor e Fabrício Santos me ultrapassam, ficando em P1 e P2. Após o ciclo da primeira parada, Wernay é P1, Tricolor é P2; Leds P3, Fabrício P4 e eu P5. Na volta 28 Tartaglia se involve em outro acidente com Marcus Ribeiro, que abandona e Tartaglia faz outra visita aos pits. Enquanto eu perco posição pra Lucas Ribeiro (P6) e Oliveira (P7), a segunda janela de pit stop chega. quando quase todos já havia feito suas paradas, Hugo Chaves (P6) erra no hairpin, abandona e chama o safety-car.

.Após as paradas, Wernay segue em primeiro, com Tricolor em segundo, Fabrício Santos em terceiro, Leds em quarto e Oliveira em quinto. Após a relargada, a suspensão de Aguiar(P9) desiste de funcionar e ele cai pro fim do grid. duas voltas depois, Leds (P4) erra na curva 4, abandona e chama o safety-car de novo. Mas dessa vez ele nem sai da pista e Wernay termina em primeiro, com Tricolor em segundo, Fabrício Santos em terceiro, Oliveira em quarto e Leon Pontes em quinto.

Ele venceu a segunda etapa


Corrida 3: Sahkir
.A estranheza dessa etapa do Bahrain começou no qualify, onde a até aqui invícta Bavarian Bauber não conseguiu marcar tempo. Com isso, Raitz (McLewis) larga na pole, ao lado de Munhoz (Red Bell) e Carlos Tassi (Hyper Oguri) em terceiro. Segunda fila completada por Botelho (McLewis) e terceira fila com Marcus Ribeiro (Wallace) e Hugo Chaves (Red Bell).

.Na Largada Hugo Chaves executa o movimento de vôo e vai pra ponta. Tassi fica parado na posição de largada esperando educadamente todos passarem. Raitz e Munhoz se mantém em segundo e terceiro e muita gente veio se atropelando pelas posições de meio de grid, mas sem incidentes. Já na volta 2 Botelho (P4) passa Munhoz e fica em terceiro, mas na volta seguinte o safety-car entra após Tricolor (P18) e Rafael Matheus (P19) baterem e abandonarem.

.Na relargada, Botelho (P2) passa Hugo Chaves e assume a liderança. Na volta 12, Wernay(P14) bate em mim, eu caio pra quase fim do grid e Wernay tem que fazer parada extra. A primeira janela de pi stop chega e os pilotos fazem sua parada até que no weather conditos aparece: Greasy. O Greasy rapidamente evoluiu pra moist e em 10 voltas meio mundo já estava com pneus intermediários, no Bahrain!! Na volta 32, Munhoz(P11) abandona com a suspensão o deixando a pé. Mas a chuva não amenizou, e logo fomos agraciados pro uma chuva muito forte(tá bom, não era tanto, era só Wet & Slippery conditions, mas mesmo assim é muito pro Bahrain!!! ( que será chamado de BahRain de agora em diante). Nessas condições, quem foi mais rápido e colocou os pneus de chuva mais cedo estava na frente certo e todos estavam com setups para seco. Na volta 40, Botelho (McLewis) era líder com 35 segundos de vantagem para Lucas Ribeiro(Team Wales), Aguiar (Hyper Oguri) vinha em terceiro com Lira (Wallace) em quarto e Hugo Chaves (Red Bell) em quinto. A chuva apertou ainda mais, e quem ficou com pneus Full Wet não se deram bem perante os que estavam de Inters, pois os pneus não eram tão rápidos a ponto de compensar o tempo perdido na parada. Quem se deu mal foi Lucas Ribeiro, Hugo Chaves, Raitz, Marcus Ribeiro e Tassi.

É amigo... rain in BahRain

.No fim da corrida Botelho venceu!!! Aguiar ficou em segundo, Lira em terceiro, Leandro Boutsen(!!!) em quarto e Lucas Ribeiro. A corrida mal terminou e os boatos dessa, digamos assim, "estranha" chuva no Bahrain gerou boatos sobre o envolvimento de Botelho com a suprema direção de Jules. Mais detalhes você pode ver aqui (ahá! Agora acertei).


.Com resultado estranho ou não, o campeonato estava assim até aquele momento:

Tricolor e Wernay 13,5
Pontes 12,5
Lucas Ribeiro 9
Aguiar e Lira 8
Botelho 7,5
Santos e Boutsen 6
Oliveira 5,25
Raitz 4,5
Leds 4
Tassi 3
Trevizan 1,25

Na próxima Review as etapas 4, 5 e 6 da superliga. Fiquem ligados!! (ou não).

terça-feira, 15 de novembro de 2011

BATracer Meme's #3 - BWL Superliga-Gate

Novas evidências apontam irregularidades na penúltima etapa da Superliga BWL.

Ao ser questionado na CPI da Superliga sobre o setup em 99,9% em Barcelona, Jorge Botelho se fez de desentendido e desconhece tais fatos. Durante seu depoimento, o idealizador da private menciona Ismael Raitz como suposto suspeito nesta manobra.


Veja abaixo parte do interrogatório:

- Rodrigo Munhoz
Mas como vc chegou no 99,9 %? Chute?

- Francisco Aguiar
Boa pergunta...

- Jorge Botelho
Quem?

- Rodrigo Munhoz
Você!

- Jorge Botelho
?????????????????
cara, nem vi isso... só dei load no setup do Raitz

- Francisco Aguiar
Ih, se fez de desentendido


Entenda o caso

A Superliga BWL vai decidir, através de diversos campeonatos realizados ao longo do ano, o melhor participante do clan. O escândalo começou na terceira etapa do atual campeonato, onde supostamente o idealizador do torneio, Jorge Botelho, teria negociado com o adminstrador do game, Jules Hatton, uma alteração climática no GP do Bahrain (país de clima árido, sem previsão de chuva por 355 dias durante o ano). Esta alteração, aliando a ajustes personalizados do seu veículo, lhe daria condições para sair vitorioso da etapa em questão e que, de fato, aconteceu.
Related Posts with Thumbnails